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Remanescente

Dimas Silva

Olha para o lado, vê muitos caminhos mudar
Vê flores de plástico que o vento não pode dobrar
A voz do mundo é alta, promete o que não pode dar
E muitos se perdem querendo o trono ocupar
Ficou no deserto, comendo o maná do chão
Guardando a doutrina escrita em seu coração

Tu és remanescente, és cana que não se quebrou
Tu és o mistério que o Espírito Santo guardou
Não quer a glória, não quer o aplauso do homem
Pois as luzes da terra se apagam e logo se consomem
Preferimos o deserto com a nuvem de Deus a guiar
Do que o palácio onde o Rei não pode entrar

Se estás sozinho, se sentes que a força fugiu
Lembre que Elias no monte o meu fogo sentiu
Há sete mil almas que não se dobraram a Baal
E você é uma delas, guardada do laço do mal

Tu és remanescente, és cana que não se quebrou
Tu és o mistério que o Espírito Santo guardou
Não quer a glória, não quer o aplauso do homem
Pois as luzes da terra se apagam e logo se consomem
Preferimos o deserto com a nuvem de Deus a guiar
Do que o palácio onde o Rei não pode entrar

Tu és remanescente, és cana que não se quebrou
Tu és o mistério que o Espírito Santo guardou
Não quer a glória, não quer o aplauso do homem
Pois as luzes da terra se apagam e logo se consomem
Preferimos o deserto com a nuvem de Deus a guiar
Do que o palácio onde o Rei não pode entrar

Escrita por: Dimas Silva