Que É de Ti
(Ana Zanatti)
Eras puro-sangue, leziria em flor
Minha eterna amante, distante amor
Não esqueci a tua pele salgada
Nem o mar que nos traçou a estrada
Que é de ti doce miragem meu veleiro de ilusões
Soltei velas da memória Naveguei p'la vida fora preso ao mastro das recordações.
Eras terra cinza, lava ardente o fogo em mim que é de ti
Ilha dos amores sonho sem fim
Perguntei ao vento em que redes te prendeu que é de ti
Não me respondeu riu-se de mim.
Eras maré cheia dos meus ideais
A paz e a bonança de temporais
Catedral da minha fantasia
Desenho o teu rosto em cada dia
Que é de ti dá-me um sinal lá donde estás
Ai a saudade nem com o tempo amansa
Não morreu a esperança
Eu não encontro paz
Eras terra cinza, lava ardente o fogo em mim que é de ti
Ilha dos amores sonho sem fim
Perguntei ao vento em que redes te prendeu que é de ti
Não me respondeu riu-se de mim.
Fonte: http://cotonete.clix.pt/quiosque/artistas/song_home.aspx?id=19463 (26 de Dezembro de 2008)
Eso es de ti
(Anne Zanatti)
Eras pura sangre, leziria en flor
Mi amante eterno, el amor lejano
No he olvidado tu piel salada
Ni el mar que nos ha trazado el camino
Eso es de tu dulce espejismo mi velero de ilusiones
Dejé caer velas de la memoria que navegé a la vida estaba pegado al mástil de los recuerdos
Eras tierra gris, quemando lava el fuego en mí que es tuyo
Isla de amores sueño interminable
Le pregunté al viento en qué redes te sostenía que te pertenecía
No me contestaste. Te reíste de mí
Eras una marea llena de mis ideales
Paz y bonanza de tormentas eléctricas
Catedral de mi fantasía
Te dibujo la cara todos los días
¿Qué es eso de ti? Dame una señal de dónde estás
Y el anhelo no es ni siquiera a tiempo
La esperanza no murió
No encuentro paz
Eras tierra gris, quemando lava el fuego en mí que es tuyo
Isla de amores sueño interminable
Le pregunté al viento en qué redes te sostenía que te pertenecía
No me contestaste. Te reíste de mí
Fuente: http://cotonete.clix.pt/quiosque/artistas/song_home.aspx?id=19463 (26 de diciembre de 2008)