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Rubias Frías

Dino Fonseca

Louras Geladas

Disfarça e faz
Que nem me viu
Não me ouviu te chamar
Desfaz assim de mim
Que nem se faz
Com qualquer um

Agora eu sei
Passei por cada papel
E rastejei
Tentando entrar no teu céu
Agora eu sei, sei, sei, sei
Passei por cada papel
Me embriaguei
E acordei no bordel

Já sei que um é pouco
Dois é bom e três é demais
E eu fico louco de ciúmes
De um outro rapaz

Agora eu sei
Passei por cada papel
E rastejei
Tentando entrar no teu céu
Agora eu sei, sei, sei
Passei por cada papel
Me embriaguei
E acordei num bordel

Na madrugada
Na mesa do bar
Ai!
Loiras geladas
Vem me consolar

Qualquer mulher
É sempre assim
Vocês são todas iguais
Nos enlouquecem
Então se esquecem
Já não querem mais

Agora eu sei
Passei por cada papel
E rastejei
Tentando entrar no teu céu
Agora eu sei, sei, sei
Passei por cada papel
Me embriaguei
E acordei num bordel

Mais! Muito mais!

Na madrugada
Na mesa do bar
Loiras geladas
Vem me consolar

Passei por cada papel
E rastejei
Passei por cada papel
Me embriaguei
E acordei num bordel

Rubias Frías

Disfrazate y haz
Como si no me viste
No me oíste llamarte
Deshazte así de mí
Como se hace
Con cualquiera

Ahora sé
Pasé por cada papel
Y me arrastré
Intentando entrar en tu cielo
Ahora sé, sé, sé, sé
Pasé por cada papel
Me embriagué
Y desperté en el burdel

Ya sé que uno es poco
Dos está bien y tres es de más
Y me vuelvo loco de celos
De otro chavo

Ahora sé
Pasé por cada papel
Y me arrastré
Intentando entrar en tu cielo
Ahora sé, sé, sé
Pasé por cada papel
Me embriagué
Y desperté en un burdel

En la madrugada
En la mesa del bar
¡Ay!
Rubias frías
Vengan a consolarme

Cualquier mujer
Siempre es así
Todas son iguales
Nos vuelven locos
Entonces se olvidan
Ya no quieren más

Ahora sé
Pasé por cada papel
Y me arrastré
Intentando entrar en tu cielo
Ahora sé, sé, sé
Pasé por cada papel
Me embriagué
Y desperté en un burdel

¡Más! ¡Mucho más!

En la madrugada
En la mesa del bar
Rubias frías
Vengan a consolarme

Pasé por cada papel
Y me arrastré
Pasé por cada papel
Me embriagué
Y desperté en un burdel

Escrita por: Paulo Ricardo, Luiz Schiavon