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Sábana Estrangulada

Diogo Henrique

Lençol Estrangulado

Sem nada na mente
Só sai pra tomar o meu querosene
E ouvir umas modas e quem sabe conhecer gente nova
Do nada, oi sumido de uma voz meio familiar
Quando eu virei o rosto pra ver quem era
Uma boca gostosa de outra festa
Já me arrastou pro canto
Da mão na minha mão
E fui tirando o batom dela

Com esse beijo indecente
Com os pega pra frente a gente vai parar
Com lençol estrangulada
Dois corpo pela minha fronha molhada
Quero esse seu corpão de avião
Viajando no céu
Da minha boca
O foda é que depois da foda você voa
Voa, voa

Sábana Estrangulada

Sin nada en la mente
Solo salgo a buscar mi gasolina
Y escuchar unas rolas y quién sabe conocer gente nueva
De la nada, hola, perdido con una voz medio familiar
Cuando giré el rostro para ver quién era
Una boca sabrosa de otra fiesta
Ya me arrastró a un rincón
De la mano en mi mano
Y fui quitándole el labial

Con ese beso indecente
Con los agarres hacia adelante vamos a parar
Con sábana estrangulada
Dos cuerpos sobre mi almohada empapada
Quiero ese cuerpazo de avión
Viajando en el cielo
De mi boca
Lo chido es que después del sexo tú vuelas
Vuelas, vuelas

Escrita por: LUCAS CESAR DE MORAIS (BELLONI) / Matteus Neve / Sando Neto / Greg Neto