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Inquilino del Universo

Diogo Nogueira

Inquilino do Universo

Salve salve Roberto Ribeiro

Eu não quero nada pra amanhã
Eu quero tudo agora
Sei que a morte é traiçoeira
Chega sem dizer a hora

Eu não quero nada pra amanhã
Eu quero tudo agora
Sei que a morte é traiçoeira
Chega sem dizer a hora

Eu já pago esse chão pra caminhar
Pago a água pra beber
Pago até pra sorrir
Sei que paguei pra nascer

Eu pago o sucesso e pago o fracasso
A subida e a descida
Pago pra viver mas não sou dono da vida

Tem que seguir minha caminhada
Eu pago tudo é não sou dono de nada
Tem que seguir minha caminhada
Eu pago tudo é não sou dono de nada

A natureza me gera e me cria
Mas depois se alimenta de mim
Na chegada da velhice
Quando tudo chega ao fim

Sou um padre sem paróquia
Um produto sem mercado
Volto a ser criança aguardando o chamado

Para dar uma mão à morte e um adeus à vida
Pago muito caro minha despedida

Viajo coberto de flores
Viagem que não tem regresso
Porque soube quem não inquilino do universo

Viajo coberto de flores
Viagem que não tem regresso
Porque soube quem não inquilino do universo

E coisa boa

Eu não quero nada pra amanhã
Eu quero tudo agora
Sei que a morte é traiçoeira
Chega sem dizer a hora

Eu não quero nada pra amanhã
Eu quero tudo agora
Sei que a morte é traiçoeira
Chega sem dizer a hora

Eu já pago esse chão pra caminhar
Pago a água pra beber
Pago até pra sorrir
Sei que paguei pra nascer

Eu pago o sucesso e pago o fracasso
A subida e a descida
Pago pra viver mas não sou dono da vida

Tem que seguir minha caminhada
Eu pago tudo é não sou dono de nada
Tem que seguir minha caminhada
Eu pago tudo é não sou dono de nada

A natureza me gera e me cria
Mas depois se alimenta de mim
Na chegada da velhice
Quando tudo chega ao fim

Sou um padre sem paróquia
Um produto sem mercado
Volto a ser criança aguardando o chamado

Para dar uma mão à morte e um adeus à vida
Pago muito caro minha despedida

Viajo coberto de flores
Viagem que não tem regresso
Porque soube quem não inquilino do universo

Viajo coberto de flores
Viagem que não tem regresso
Porque soube quem não inquilino do universo
Porque soube quem não inquilino do universo
Porque soube quem não inquilino do universo

Eita forró gostoso da mulestia

Inquilino del Universo

Salve salve Roberto Ribeiro

No quiero nada para mañana
Quiero todo ahora
Sé que la muerte es traicionera
Llega sin avisar la hora

No quiero nada para mañana
Quiero todo ahora
Sé que la muerte es traicionera
Llega sin avisar la hora

Ya pago este suelo para caminar
Pago el agua para beber
Pago hasta para sonreír
Sé que pagué por nacer

Pago el éxito y pago el fracaso
La subida y la bajada
Pago por vivir pero no soy dueño de la vida

Tengo que seguir mi camino
Pago todo y no soy dueño de nada
Tengo que seguir mi camino
Pago todo y no soy dueño de nada

La naturaleza me genera y me crea
Pero después se alimenta de mí
En la llegada de la vejez
Cuando todo llega a su fin

Soy un cura sin parroquia
Un producto sin mercado
Vuelvo a ser niño esperando el llamado

Para darle una mano a la muerte y un adiós a la vida
Pago muy caro mi despedida

Viajo cubierto de flores
Viaje que no tiene regreso
Porque supe que no soy inquilino del universo

Viajo cubierto de flores
Viaje que no tiene regreso
Porque supe que no soy inquilino del universo

Y qué cosa buena

No quiero nada para mañana
Quiero todo ahora
Sé que la muerte es traicionera
Llega sin avisar la hora

No quiero nada para mañana
Quiero todo ahora
Sé que la muerte es traicionera
Llega sin avisar la hora

Ya pago este suelo para caminar
Pago el agua para beber
Pago hasta para sonreír
Sé que pagué por nacer

Pago el éxito y pago el fracaso
La subida y la bajada
Pago por vivir pero no soy dueño de la vida

Tengo que seguir mi camino
Pago todo y no soy dueño de nada
Tengo que seguir mi camino
Pago todo y no soy dueño de nada

La naturaleza me genera y me crea
Pero después se alimenta de mí
En la llegada de la vejez
Cuando todo llega a su fin

Soy un cura sin parroquia
Un producto sin mercado
Vuelvo a ser niño esperando el llamado

Para darle una mano a la muerte y un adiós a la vida
Pago muy caro mi despedida

Viajo cubierto de flores
Viaje que no tiene regreso
Porque supe que no soy inquilino del universo

Viajo cubierto de flores
Viaje que no tiene regreso
Porque supe que no soy inquilino del universo
Porque supe que no soy inquilino del universo
Porque supe que no soy inquilino del universo

Eita forró sabroso de la mulestia

Escrita por: Serafim Adriano, Liette de Souza