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Elixir

Diogo Tupã

Elixir

Procura gênios que apaguem lâmpadas e acendam almas
Vivenciar além de máquinas antes das armas ganharem estátuas

Vida define poesia, Valéria poesia sem vida?
Nas vezes onde o nada propaga refil da eternidade
Silêncio ensina

Sangue, papel e correria
Sintonia réu da estante
Verso pra que algo plante
Ao invés do destruir cante

Suba essa árvore dessa desse pensamento que
Derruba aves onde elixir é pólvora e não a opção de ir
Ame

Elixir

Procura genios que apaguen lámparas y enciendan almas
Experimentar más allá de máquinas antes de que las armas ganen estatuas

¿La vida define poesía, Valeria poesía sin vida?
En momentos donde la nada propaga el relleno de la eternidad
El silencio enseña

Sangre, papel y correría
Sintonía reo del estante
Verso para que algo siembre
En lugar de destruir, canta

Sube este árbol de este pensamiento que
tumba aves donde el elixir es pólvora y no la opción de ir
Ama

Escrita por: Diogo Tupã