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Por Continuar

Dissonancia

Por Continuar

Por continuar

E mais uma vez, ouvir alguém bater a porta.
E mais uma vez, eu vejo outra janela se fechar.
E pode ser que eu não resista às quatro estações.
Fazendo crer que tudo se passou sem me assustar!

E mais uma vez, são linhas mal escritas de quem nunca desfez.
As folhas de um livro a contar
Histórias que dizem respeito a você,
E eu já não sei mais em que acreditar!

Do silêncio ao simples gesto de sorrir,
Um abismo de palavras que ecoam pelo ar.
Deixe ao menos permitir sentir,
Um motivo pra que nada vá sem se fazer notar!

Encontre em você um lugar,
Onde os limites não possam te amarrar.
Descarte outra vez.
Não há porque viver sem tentar errar!

Faça uma grande gaivota em papel,
Lance mais alto sua sorte ao céu.
Quem sabe aonde seus passos vão te levar?
Nada é tão firme e distante assim!
Dance como não houvesse o fim!
Estar seguro é nunca querer parar!

Por Continuar

Por continuar

Y una vez más, escuchar a alguien golpear la puerta.
Y una vez más, veo otra ventana cerrarse.
Y puede ser que no resista a las cuatro estaciones.
Haciendo creer que todo pasó sin asustarme.

Y una vez más, son líneas mal escritas de quien nunca deshizo.
Las hojas de un libro contando
Historias que te conciernen a ti,
Y ya no sé en qué creer.

Del silencio al simple gesto de sonreír,
Un abismo de palabras que resuenan en el aire.
Permíteme al menos sentir,
Un motivo para que nada pase desapercibido.

Encuentra en ti un lugar,
Donde los límites no puedan atarte.
Descarta otra vez.
¡No hay razón para vivir sin intentar equivocarse!

Haz una gran gaviota de papel,
Lanza más alto tu suerte al cielo.
¿Quién sabe a dónde te llevarán tus pasos?
¡Nada es tan firme y distante así!
¡Baila como si no hubiera fin!
¡Estar seguro es nunca querer detenerse!

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