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Terminal de Autobuses

Divaldir e Joao Rogerio

Rodoviária

Na rodoviária ela me abraçou
Dos seus olhos eu vi o pranto rolar
Beijei os seus lábios e nos despedimos
No meio do povo comecei chorar
Num ônibus ali, já estacionado
Ela embarcou, eu fiquei então
Sentindo a tristeza da sua partida
Chorando de dor, naquela estação

Na plataforma eu fiquei sozinho
Vendo ela partir me acenando a mão
E lá na esquina vi que foi sumindo
Deixando vazio, o meu coração
Na esperança de ter novamente
Os lábios quentes que já foram meus
Todos os dias, eu vou para lá
Na rodoviária estação do adeus

Terminal de Autobuses

En la terminal de autobuses ella me abrazó
De sus ojos vi las lágrimas caer
Besé sus labios y nos despedimos
En medio de la gente comencé a llorar
En un autobús allí, ya estacionado
Ella subió, yo me quedé entonces
Sintiendo la tristeza de su partida
Llorando de dolor, en esa estación

En la plataforma me quedé solo
Viéndola partir, agitándome la mano
Y allá en la esquina vi que se iba desvaneciendo
Dejando vacío mi corazón
Con la esperanza de tener de nuevo
Los labios cálidos que una vez fueron míos
Todos los días, voy para allá
En la terminal de autobuses, estación de despedida

Escrita por: Valdir Barbosa