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Sangre Fría

Divergente

Sangue Frio

Nada mudou, somente cinzas do nosso passado
Em mim ainda o gosto amargo daquele final inesperado que você sepultou
E agora depois das farpas você se encolhe
Busca uma válvula de escape
Com seus demônios lhe sufocando
Cansei do teu desprezo, é o fim!

Perdi tempo, sangue, sono e suor
Carreguei nas costas o que há de pior
Afinal o que você injetou em mim?

Saia! Saia! Cansei de ser sua sombra
Eu quero que sofra, meu sangue não é igual ao seu

E ao redor duvidas batem a sua porta
Pra que esse seu ar de espanto?
Se eu quero mais é que você se foda
Eu quero que você eu quero que você

Cansei de ser sua sombra eu

Sangre Fría

Nada ha cambiado, solo cenizas de nuestro pasado
En mí aún el sabor amargo de ese final inesperado que tú sepultaste
Y ahora después de las púas te encoges
Buscas una válvula de escape
Con tus demonios sofocándote
¡Me cansé de tu desprecio, es el fin!

Perdí tiempo, sangre, sueño y sudor
Cargué en mis espaldas lo peor
Después de todo, ¿qué fue lo que inyectaste en mí?

¡Vete! ¡Vete! Me cansé de ser tu sombra
Quiero que sufras, mi sangre no es igual a la tuya

Y alrededor las dudas golpean a tu puerta
¿Por qué esa expresión de asombro?
Si lo que quiero es que te jodas
Quiero que te jodas, quiero que te jodas

Me cansé de ser tu sombra

Escrita por: Rodri Medeiros