Tapinha (part. Luan Pereira)
Oh, nega
O que você fez comigo?
E era
Pra gente ser só amigo
Mas foi muito diferente, bagunçou a minha mente
Quando tá por cima pede pra não parar
Vício é inconsequente, na sentada indecente
Assim fica difícil não me apaixonar
Quando tu senta é bom demais
(Bota, bota, vai, vai)
Pede tapinha olhando pra trás
(Bota, bota, vai, vai)
Quando tu senta é bom demais
(Bota, bota, vai, vai)
Pede tapinha olhando pra trás
(Bota, bota, vai, vai)
Mas foi muito diferente, bagunçou a minha mente
Quando tá por cima pede pra não parar
Vício é inconsequente, na sentada indecente
Assim fica difícil não me apaixonar
Quando tu senta é bom demais
(Bota, bota, vai, vai)
Pede tapinha olhando pra trás
(Bota, bota, vai, vai)
Quando tu senta é bom demais
(Bota, bota, vai, vai)
Pede tapinha olhando pra trás
(Bota, bota, vai, vai)
Tapinha (part. Luan Pereira)
Oh, nena
¿Qué me hiciste?
Y era
Para ser solo amigos
Pero fue muy diferente, desordenaste mi mente
Cuando estás arriba pides que no pare
El vicio es inconsecuente, en la sentada indecente
Así es difícil no enamorarme
Cuando te sientas es demasiado bueno
(Pon, pon, sí, sí)
Pide un golpecito mirando hacia atrás
(Pon, pon, sí, sí)
Pero fue muy diferente, desordenaste mi mente
Cuando estás arriba pides que no pare
El vicio es inconsecuente, en la sentada indecente
Así es difícil no enamorarme
Cuando te sientas es demasiado bueno
(Pon, pon, sí, sí)
Pide un golpecito mirando hacia atrás
(Pon, pon, sí, sí)
Cuando te sientas es demasiado bueno
(Pon, pon, sí, sí)
Pide un golpecito mirando hacia atrás
(Pon, pon, sí, sí)
Escrita por: Mateus Felix / Raul Martins