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Todo o nada

Djalmonte

Tudo ou nada

Cansei de pela vida andar a procurar
Alguém que enfim ocupe o teu lugar,
Não há ninguém, não há nem pode haver;

Cansei de procurar em outro coração
Amor à luz diurna da razão,
Não há ninguém, não há nem pode haver.

Achei, agora eu sei o amor não se procura,
É criador e a própria criatura
Só é o amor, o amor pelo amor...

Eu sei, na minha vida a linha está traçada,
Terá que ser assim ou tudo ou nada,
Ou teu amor, ou mais ninguém.

Todo o nada

Cansé de andar por la vida buscando
A alguien que finalmente ocupe tu lugar,
No hay nadie, no hay ni puede haber;

Cansé de buscar en otro corazón
Amor a la luz del día de la razón,
No hay nadie, no hay ni puede haber.

Encontré, ahora sé que el amor no se busca,
Es creador y la propia criatura
Solo es el amor, el amor por el amor...

Sé que en mi vida la línea está trazada,
Tendrá que ser así o todo o nada,
O tu amor, o nadie más.

Escrita por: Sílvio César