Cativeiro
Nêgo, o cativeiro cativa sem gradear e se não tiver ligeiro na toada, vai levar
É que o açoite vem como a noite, no silêncio sem dizer
Não vê cor, não vê promessa, entra e escorre no teu ser
Turva a água do teu sono impedindo-te de ver
Cativeiro
Negro, la esclavitud cautiva sin rejas y si no eres rápido en el ritmo, te llevará
Es que el látigo viene como la noche, en el silencio sin decir
No ve color, no ve promesa, entra y se desliza en tu ser
Enturbia el agua de tu sueño impidiéndote ver
Escrita por: Emilio Dragão