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Del Cielo

Djambê

Do Céu

Marinheiro velho já dizia:
"Moleque preste atenção"
Nos caminhos tortos dessa vida.
Respeite a imensidão.

Nunca deixe de dizer que ama
E sempre diga a verdade,
Se não merece: Não à culpa ou fama.
Essa é a sua integridade".

Ele não mereceu,

Ele sabe que nunca chorou,
Pois um anjo não deve nunca chorar,
Ele sabe que nunca gritou,
Sua voz sufocada quase sem ar.
Ele sabe que nunca voou,
Pois suas asas ele jogou ao mar.

No precipício dessa solidão (No precipício dessa solidão)
Ele se arrependeu e vai subir ao céu,
Ele vai voltar pro céu e vai descansar.

Ele vai nascer, ele vai nascer, ele vai morrer.

Quem sabe ver outro dia nascer,
Quem sabe ver outra lua surgir,
Ou no universo desaparecer.

Del Cielo

Viejo marinero solía decir:
"Chico, presta atención"
En los caminos sinuosos de esta vida.
Respeta la inmensidad.

Nunca dejes de decir que amas
Y siempre di la verdad,
Si no lo merece: No hay culpa ni fama.
Esa es tu integridad".

Él no lo mereció,

Él sabe que nunca lloró,
Porque un ángel nunca debe llorar,
Él sabe que nunca gritó,
Su voz sofocada casi sin aire.
Él sabe que nunca voló,
Porque arrojó sus alas al mar.

En el precipicio de esta soledad (En el precipicio de esta soledad)
Se arrepintió y subirá al cielo,
Volverá al cielo y descansará.

Él nacerá, él nacerá, él morirá.

Quién sabe ver otro día nacer,
Quién sabe ver otra luna surgir,
O en el universo desaparecer.

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