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Colapso de la Perversión

DKZ

Colapso da Perversão

Colapso da perversão
Olhos frios que te privam de toda emoção
Como se não houvesse mais nada em seu coração
Te levar comigo pra se banhar nessa chuva de cor
Carmesim
Muito sangue vai ver
Mas não será de mim

No final só vai ter
Sádicos risos no fim
Preciso de ti pra me controlar
Deus, esse olhar sem emoção vai me dominar
E nesse show de atrocidades vai me acompanhar
Somente a morte pra nos separar

Vai ser entre o tudo ou nada
Nessa nossa peça de horror
Paixão amaldiçoada
Entre autoridade e o amor
Essa sensação
Do colapso
Da perversão
Que me viciou

Eu sou seu medo não esqueça
Frente a mim baixe sua cabeça
Desse altarzinho desça
Pois pra ti só resta chão
Contra mim não há defesa
Percebeu quem é a presa?
De um mundo podre a beleza

Que vem da manipulação
Te aconselho a parar
Antes que minhas garras venham te dilacerar
Seu orgulho e seu ego lentamente esmagar
E esse show de atroz de camarote observar
E vai ser entre tudo ou nada
O final dessa guerra
A crueldade frente ao olhar
Que reinam nessa terra
Só predomina quem dominar
Tudo e todo ser somente um peão
No tabuleiro é o que te espera

Vai ser entre o tudo ou nada
Nessa nossa peça de horror
Paixão amaldiçoada
Entre autoridade e o amor
Essa sensação
Do colapso
Da perversão
Que me viciou

Em meio a dor
Seu pecado confessa
Nessa peça de horror
Onde nada se expressa
Nesses olhos sem cor
A mórbida promessa
Amaldiçoado amor

Vai ser entre o tudo ou nada
Nessa nossa peça de horror
Paixão amaldiçoada
Entre autoridade e o amor
Essa sensação
Do colapso
Da perversão
Que me viciou

Colapso de la Perversión

Colapso de la perversión
Ojos fríos que te privan de toda emoción
Como si no hubiera nada más en su corazón
Llevarte conmigo para bañarte en esta lluvia de color
Carmesí
Verás mucha sangre
Pero no será la mía

Al final solo habrá
Risas sádicas al final
Necesito de ti para controlarme
Dios, esa mirada sin emoción me dominará
Y en este espectáculo de atrocidades me acompañará
Solo la muerte nos separará

Será entre todo o nada
En nuestra obra de horror
Pasión maldita
Entre autoridad y amor
Esta sensación
Del colapso
De la perversión
Que me ha viciado

Soy tu miedo, no lo olvides
Frente a mí baja la cabeza
De este pequeño altar desciende
Porque para ti solo queda el suelo
Contra mí no hay defensa
¿Has entendido quién es la presa?
De un mundo podrido la belleza

Que viene de la manipulación
Te aconsejo que pares
Antes de que mis garras vengan a destrozarte
Aplastar lentamente tu orgullo y tu ego
Y observar este espectáculo atroz desde el palco
Y será entre todo o nada
El final de esta guerra
La crueldad frente a la mirada
Que reina en esta tierra
Solo prevalece quien domine
Todo y todo ser solo un peón
En el tablero es lo que te espera

Será entre todo o nada
En nuestra obra de horror
Pasión maldita
Entre autoridad y amor
Esta sensación
Del colapso
De la perversión
Que me ha viciado

En medio del dolor
Confiesa tu pecado
En esta obra de horror
Donde nada se expresa
En esos ojos sin color
La mórbida promesa
Amor maldito

Será entre todo o nada
En nuestra obra de horror
Pasión maldita
Entre autoridad y amor
Esta sensación
Del colapso
De la perversión
Que me ha viciado

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