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Alerta General

Dog Johnnes

Alerta Geral

Livrai-me dos pobres coitados
Que pagam por sua fé e vivem sentados
Esperando o milagre da salvação
Livrai-me dos ignorantes
Que salvam a alma e vendem os olhos
Pra uma merda de programação
Livrai-me do Deus da luxúria
Dos porcos e da sua fartura
Da merda generalizada
Que se espalha na população
Livrai-me dessa insegurança
Que perturba a minha esperança
De que essa juventude perceba
Que percorre um caminho sem chão

Meu sangue vermelho é real
Sou imune a todo o sem mal
Não espere que eu rasteje no chao
E implore perdão por crimes que eu nao cometi

Livrai-me dos pobres coitados
Que pagam por sua fé e vivem sentados
Esperando o milagre da salvação
Livrai-me dos ignorantes
Que salvam a alma e vendem os olhos
Pra uma merda de programação
Livrai-me do Deus da luxúria
Dos porcos e da sua fartura
Da merda generalizada
Que se espalha na população
Livrai-me dessa insegurança
Que perturba a minha esperança
De que essa juventude perceba
Que percorre um caminho sem chão

Meu sangue vermelho é real
Sou imune a todo o sem mal
Não espere que eu rasteje no chão
E implore perdão por crimes que eu nao cometi
Não derramo lágrimas pela impunidade
Formo meu próprio exército de liberdade
Aponto os verdadeiros culpados
Extermino quem quiser se omitir

Alerta General

Líbrame de los pobres desgraciados
Que pagan por su fe y viven sentados
Esperando el milagro de la salvación
Líbrame de los ignorantes
Que salvan el alma y venden los ojos
Por una mierda de programación
Líbrame del Dios de la lujuria
De los cerdos y su abundancia
De la mierda generalizada
Que se esparce en la población
Líbrame de esta inseguridad
Que perturba mi esperanza
De que esta juventud se dé cuenta
Que recorre un camino sin suelo

Mi sangre roja es real
Soy inmune a todo lo sin mal
No esperes que me arrastre por el suelo
Y ruegue perdón por crímenes que no cometí

Líbrame de los pobres desgraciados
Que pagan por su fe y viven sentados
Esperando el milagro de la salvación
Líbrame de los ignorantes
Que salvan el alma y venden los ojos
Por una mierda de programación
Líbrame del Dios de la lujuria
De los cerdos y su abundancia
De la mierda generalizada
Que se esparce en la población
Líbrame de esta inseguridad
Que perturba mi esperanza
De que esta juventud se dé cuenta
Que recorre un camino sin suelo

Mi sangre roja es real
Soy inmune a todo lo sin mal
No esperes que me arrastre por el suelo
Y ruegue perdón por crímenes que no cometí
No derramo lágrimas por la impunidad
Formo mi propio ejército de libertad
Señalo a los verdaderos culpables
Extermino a quien quiera omitirse

Escrita por: João Paulo / Mário Barbosa