Hereditários
Não reclame se não consegue
Dar um passo rumo ao infinito
Não me pessa oportunidades
Sem ouvir o que está sendo dito
A verdade sempre foi cruel
E você se escondeu pra nao se machucar
Agora nao implore perdão
Por nao achar mais o seu lugar
As coisas já foram programadas pro nosso extermínio
Nos deram luxo ou apenas lixo pra nao desconfiar
Você se conformou achando que era só o inicio
Mas, já era o fim: te enganaram!
Eu tentei avisar...
Várias vozes gritaram nossa liberdade
Desde muito... muito tempo antes
Nos alertaram de como o sistema nos controla
Pra sermos hereditários dos ignorantes
Dos que lutavam pela nossa descência
Restaram os que nao disseram adeus
Incontroláveis, inconstantes, ilesos
Homens distintos com seu próprio deus
Ainda lutam por alguma justiça
Seguindo apenas seu próprio instinto
Entricheirados em suas chagas
Contra o consumismo
Hereditarios
No te quejes si no puedes
Dar un paso hacia el infinito
No me pidas oportunidades
Sin escuchar lo que se está diciendo
La verdad siempre fue cruel
Y te escondiste para no lastimarte
Ahora no ruegues perdón
Por no encontrar más tu lugar
Las cosas ya fueron programadas para nuestro exterminio
Nos dieron lujo o simplemente basura para no sospechar
Te conformaste pensando que era solo el comienzo
Pero, ¡ya era el fin: te engañaron!
Intenté advertirte...
Varias voces gritaron por nuestra libertad
Desde hace mucho... mucho tiempo antes
Nos advirtieron cómo el sistema nos controla
Para ser herederos de los ignorantes
De los que luchaban por nuestra descendencia
Quedaron los que no dijeron adiós
Incontrolables, inconstantes, ilesos
Hombres distintos con su propio dios
Todavía luchan por algo de justicia
Siguiendo solo su propio instinto
Atrincherados en sus heridas
Contra el consumismo
Escrita por: João Paulo / Mário Barbosa