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Ensayo

Dois Barcos

Ensaio

Eu subi no sofá, vi vultos a girar
Entendi que então nada ia parar até eu pedir

Podia parar se quisesse
Não queria que fosse hoje
Talvez amanhã eu me veja de outra forma

E quebre com tanto impulso que vai doer em todos nós
Fios ásperos que não vão nunca mais nascer
E tudo bem, é pra melhor

Nunca acreditei que amar
Fosse nos impedir
De fugir pra poder me salvar
Precisei pedir, precisei implorar

Podia parar se quisesse
Não quis, então fica pra outro dia qualquer
Que você quiser

E quebre com tanto impulso que vai doer em todos nós
Fios ásperos que não vão nunca mais nascer
E tudo bem

E se eu te adiantar que pra vencer no final tem que separar?
Eu nunca quis que fosse assim
Se desencontrar por tanto meio do caminho
Preferia correr com você
Aonde você está agora?

Claramente demorei demais
Não tem mais ninguém aqui

Ensayo

Subí al sofá, vi sombras girar
Entendí que nada iba a parar hasta que yo lo pidiera

Podía parar si quisiera
No quería que fuera hoy
Quizás mañana me vea de otra forma

Y rompe con tanto impulso que va a doler en todos nosotros
Hilos ásperos que nunca más van a nacer
Y está bien, es para mejor

Nunca creí que amar
Fuera impedirnos
De huir para poder salvarme
Tuve que pedir, tuve que implorar

Podía parar si quisiera
No quise, así que queda para otro día cualquiera
Que tú quieras

Y rompe con tanto impulso que va a doler en todos nosotros
Hilos ásperos que nunca más van a nacer
Y está bien

Y si te adelanto que para ganar al final hay que separarse?
Nunca quise que fuera así
Desencontrarse por tanto medio del camino
Preferiría correr contigo
¿Dónde estás ahora?

Claramente me tomé demasiado tiempo
No hay más nadie aquí

Escrita por: Elisa Monasterio, Colinz, Rafaella Fogolin Petrosino