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Colombina y Pierrot

DOISSANTOS

Colombina e Pierrot

Meu bem
Não esqueça de mim
Bem como
Eu nunca esqueci de ti

De todos os nossos abraços
Abraços cercados de amassos

Sei de toda existência
E os saberes das ciências
Ainda sim, sinto uma impotência
Por não ter sequer reminiscências
De como te agradar

Meu amor
Não me deixe jamais
Pois é só em ti
Que eu encontro minha paz
Memórias Póstumas
De um romance enlouquecedor
Você é a minha Colombina
E eu seu Pierrot

Sei de toda existência
E os saberes das ciências
Ainda sim, sinto uma impotência
Por não ter sequer reminiscências
De como te agradar

Meu amor
Não me deixe jamais
Pois é só em ti
Que eu encontro minha paz
Memórias Póstumas
De um romance enlouquecedor
Você é a minha Colombina
E eu seu Pierrot

Colombina y Pierrot

Mi amor
No me olvides
Así como
Yo nunca te olvidé

De todos nuestros abrazos
Abrazos llenos de pasión

Conozco toda tu existencia
Y los saberes de la ciencia
Aun así, siento impotencia
Por no tener ni siquiera recuerdos
De cómo complacerte

Mi amor
No me dejes nunca
Porque solo en ti
Encuentro mi paz
Memorias Póstumas
De un romance enloquecedor
Tú eres mi Colombina
Y yo tu Pierrot

Conozco toda tu existencia
Y los saberes de la ciencia
Aun así, siento impotencia
Por no tener ni siquiera recuerdos
De cómo complacerte

Mi amor
No me dejes nunca
Porque solo en ti
Encuentro mi paz
Memorias Póstumas
De un romance enloquecedor
Tú eres mi Colombina
Y yo tu Pierrot

Escrita por: Daniel Motta, Lucas Florenço, Vicente Pinheiro, Wallace Alves