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Canción de la Madrugada

Dombar e Domzete

Canção da Madrugada

A Lua cheia está no céu brilhando
Enfeita o mundo com os seus raios de prata
É nesta hora que apaixonado o poeta canta
Quase chorando lá na janela pra mulher ingrata
Mulher bonita venha na janela
Quero que ouça minha serenata
O seu desprezo é uma corrente
Que deu um nó que só você desata

Eu vim aqui pra lhe pedir carinho
Se eu não ganhar está paixão me mata
Mulher bonita estou desenganado
Quem me destrói é paixão recolhida
O meu remédio está nós seus lábios
Só os seus beijos me devolve a vida
Eu vou tirar o meu coração do peito
E colocar no piso dá sua calçada
E dos meus braços eu vou fazer a grade
A segurança da minha mulher amada

E dos meus olhos vou fazer um farol
Pra sua vida ser iluminada
Do seu desprezo faço uma canção
Pra enfeitar a sua madrugada
Pra terminar lhe dou a minha vida
Eu lhe dou tudo pra viver sem nada
Mulher bonita estou desenganado
Quem me destrói é paixão recolhida
O meu remédio está nos seus lábios
Só os seus beijos me devolve a vida

Canción de la Madrugada

La Luna llena está en el cielo brillando
Adorna el mundo con sus rayos de plata
Es a esta hora que apasionado el poeta canta
Casi llorando allí en la ventana para la mujer ingrata
Mujer bonita ven a la ventana
Quiero que escuches mi serenata
Tu desprecio es una cadena
Que hizo un nudo que solo tú desatas

Vine aquí para pedirte cariño
Si no lo consigo, esta pasión me mata
Mujer bonita, estoy desencantado
Quien me destruye es pasión reprimida
Mi remedio está en tus labios
Solo tus besos me devuelven la vida
Voy a sacar mi corazón del pecho
Y ponerlo en el suelo de tu vereda
Y de mis brazos haré la reja
La seguridad de mi mujer amada

Y de mis ojos haré un faro
Para que tu vida sea iluminada
De tu desprecio hago una canción
Para adornar tu madrugada
Para terminar te doy mi vida
Te doy todo para vivir sin nada
Mujer bonita, estoy desencantado
Quien me destruye es pasión reprimida
Mi remedio está en tus labios
Solo tus besos me devuelven la vida

Escrita por: Lourival dos Santos / Waldemar De Freitas Assunção