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Lluvia de Mentiras

Dominguinhos do Estácio

Chuva de Mentira

Guarde seu amor, leve seu calor
Que tanta dor me causou
Que tanta dor me causou

Tire meu chapéu
Você tira o véu de aluguel
Que te acobertou

E o velho prazer da recusa
Do meu coração clemente
Uma roda tão confusa
Mil carinhos diferentes

Tudo aquilo que se planta
Por mãos calejadas de maldade
O fruto que brota é amargo
Seu gosto não deixa saudade

O seu ar de inocência
Me jurou fidelidade
Patrimônio da decência
Parecia até verdade

Uma chuva de mentira
Desabou, foi passageira
Toda aquela castidade
Era só de brincadeira

Lluvia de Mentiras

Guarde tu amor, lleva tu calor
Que tanto dolor me causó
Que tanto dolor me causó

Quita mi sombrero
Tú quitas el velo de alquiler
Que te cubrió

Y el viejo placer del rechazo
De mi corazón clemente
Una rueda tan confusa
Mil cariños diferentes

Todo aquello que se siembra
Por manos callosas de maldad
El fruto que brota es amargo
Su sabor no deja nostalgia

Tu aire de inocencia
Me juró fidelidad
Patrimonio de la decencia
Parecía hasta verdad

Una lluvia de mentiras
Cayó, fue pasajera
Toda aquella castidad
Era solo una broma

Escrita por: Adilson Victor / Almir Araújo / Marquinhos Lessa