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El Regreso del Ala Blanca (feat. Maciel Melo)

Dominguinhos

A Volta da Asa Branca (part. Maciel Melo)

Já faz três noites que pro norte relampeia
E a asa branca ouvindo o ronco do trovão
Já bateu asas e voltou pro meu sertão
Ai, ai, eu vou-me embora, vou cuidar da prantação
Já bateu asas e voltou pro meu sertão
Ai, ai, eu vou-me embora, vou cuidar da prantação

A seca fez eu desertar da minha terra
Mas felizmente Deus agora se alembrou
De mandar chuva pra esse sertão sofredor
Sertão das muié séria, dos home trabalhador
De mandar chuva pra esse sertão sofredor
Sertão das muié séria, dos home trabalhador

Rios correndo, as cachoeira tão zoando
Terra molhada, mato verde, que riqueza
E a asa branca, tarde canta, que beleza
Ai, ai, o povo alegre, mais alegre a natureza
E a asa branca, tarde canta, que beleza
Ai, ai, o povo alegre, mais alegre a natureza

Sentindo a chuva, eu me arrescordo de Rosinha
A linda frô do meu sertão pernambucano
E se a safra não atrapaiá meus pranos
Quê que há, aí ô Seu Vigário, vou casar no fim do ano
E se a safra não atrapaiá meus pranos
Quê que há, aí Padre Vigário, vou casar no fim do ano

Rios correndo, as cachoeira tão zoando
Terra molhada, mato verde, que riqueza
E a asa branca, tarde canta, que beleza
Ai, ai, o povo alegre, mais alegre a natureza
E a asa branca, tarde canta, que beleza
Ai, ai, o povo alegre, mais alegre a natureza

Sentindo a chuva, eu me arrescordo de Rosinha
A linda frô do meu sertão pernambucano
E se a safra não atrapaiá meus pranos
Quê que há, aí ô Seu Vigário, vou casar no fim do ano
E se a safra não atrapaiá meus pranos
Quê que há, aí Frei Damião, vou casar no fim do ano

El Regreso del Ala Blanca (feat. Maciel Melo)

Ya hace tres noches que al norte relampaguea
Y el ala blanca oyendo el trueno
Ya batió alas y volvió a mi sertão
Ay, ay, me voy, voy a cuidar de la siembra
Ya batió alas y volvió a mi sertão
Ay, ay, me voy, voy a cuidar de la siembra

La sequía me hizo desertar de mi tierra
Pero afortunadamente Dios ahora se acordó
De mandar lluvia a este sertão sufridor
Sertão de mujeres serias, de hombres trabajadores
De mandar lluvia a este sertão sufridor
Sertão de mujeres serias, de hombres trabajadores

Ríos corriendo, las cascadas están sonando
Tierra mojada, pasto verde, qué riqueza
Y el ala blanca, canta por la tarde, qué belleza
Ay, ay, la gente alegre, más alegre la naturaleza
Y el ala blanca, canta por la tarde, qué belleza
Ay, ay, la gente alegre, más alegre la naturaleza

Sintiendo la lluvia, me acuerdo de Rosinha
La linda flor de mi sertão pernambucano
Y si la cosecha no atrasa mis planes
¿Qué pasa, ahí, don Vigario? Me voy a casar a fin de año
Y si la cosecha no atrasa mis planes
¿Qué pasa, ahí, padre Vigario? Me voy a casar a fin de año

Ríos corriendo, las cascadas están sonando
Tierra mojada, pasto verde, qué riqueza
Y el ala blanca, canta por la tarde, qué belleza
Ay, ay, la gente alegre, más alegre la naturaleza
Y el ala blanca, canta por la tarde, qué belleza
Ay, ay, la gente alegre, más alegre la naturaleza

Sintiendo la lluvia, me acuerdo de Rosinha
La linda flor de mi sertão pernambucano
Y si la cosecha no atrasa mis planes
¿Qué pasa, ahí, don Vigario? Me voy a casar a fin de año
Y si la cosecha no atrasa mis planes
¿Qué pasa, ahí, Frei Damião? Me voy a casar a fin de año

Escrita por: Luiz Gonzaga, Zé Dantas