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Dedo en la Cara

Dona Iracema

Dedo Na Cara

Entre nós e cognatos
Vamos nos ater a fatos
Não respondo pelo meu, nem muito menos por seus atos

Se tem medo da cascara
E do que posso aprontar

Não aponte esse dedo na minha cara
Que se não eu vou chupar!!
Ah, que se não eu vou chupar, chupar, chupar pah pah!!

Se quiser mostrar a vara
Saiba que posso gostar
Então melhor se prevenir
Do que? Do que remediar

Se pro jogo a regra é clara
E tens tara no poder

Não aponte esse dedo na minha cara
Que se não eu vou lember!
Que se não eu vou lember!

Do milho em que estive ajoelhada fiz virar
Cozido com o leite derramado um munguzá

Depois dessa anedota
Havemos de comungar
Que não se bota esse dedo na minha cara
Não se bota, não se bota
Não se bota, não se bota
Que não se bota esse dedo na minha cara

Que se não eu vou chupar!

Dedo en la Cara

Entre nosotros y cognados
Vamos a ceñirnos a hechos
No respondo por los míos, ni mucho menos por tus actos

Si tienes miedo de la cáscara
Y de lo que puedo hacer

No apuntes ese dedo en mi cara
¡Porque si no, lo chuparé!
¡Ah, que si no, lo chuparé, chuparé, chuparé pah pah!

Si quieres mostrar la vara
Sepa que puedo disfrutarlo
Así que es mejor prevenir
¿De qué? ¡De qué remediar!

Si para el juego la regla es clara
Y tienes fijación en el poder

No apuntes ese dedo en mi cara
¡Porque si no, lo lameré!
¡Que si no, lo lameré!

Del maíz en el que estuve arrodillada hice virar
Cocido con la leche derramada un munguzá

Después de esta anécdota
Hemos de comulgar
Que no se pone ese dedo en mi cara
No se pone, no se pone
No se pone, no se pone
Que no se pone ese dedo en mi cara

¡Porque si no, lo chuparé!

Escrita por: Balaio / Diegão Aprigio / Oscar Sampaio / Pablo Bahia