Nas Escritas da Vida
Vai, usa a tua razão
Cega o teu coração
E procure entender
Me feri a valer
É tão triste viver sem sorrir
À procura de um ninho
Pra amenizar as agruras do caminho
Vai, eu não vou resistir
Eu não vou insistir
Não vou me exceder
E não vou debater
Só preciso dizer a você
Nas escritas da vida, eu não nasci pra sofrer
Não me acostumei
A não ser mais ouvido, eu juro
Não me acostumei
A não ter seu carinho no depois
Não posso acreditar
Se a paixão acabou
É melhor terminar
Não me acostumei
A não ouvir bom dia, eu juro
Não me acostumei
A tanta covardia do amor
É justo conjugar
E a primeira pessoa, amar
En los Escritos de la Vida
Vamos, usa tu razón
Cegar tu corazón
Y trata de entender
Me lastimé de verdad
Es tan triste vivir sin sonreír
Buscando un nido
Para aliviar la dureza del camino
Vete, no me resistiré
No voy a insistir
No voy a exagerar
Y no voy a debatir
Sólo necesito decírtelo
En los escritos de la vida, no nací para sufrir
No estoy acostumbrada
A menos que escuche más, lo juro
No estoy acostumbrada
No tener tu afecto en el futuro
No puedo creerlo
Si la pasión ha terminado
Es mejor terminar
No estoy acostumbrada
No oír buenos días, lo juro
No estoy acostumbrada
A tanta cobardía del amor
Es justo conjugar
Y la primera persona, a amar
Escrita por: Bruno Castro / Dona Ivone Lara