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Sospechoso

Dona Zefinha

Suspeito

Esse mundo que você defende
Me ofende
Esse mundo não me cabe
Você sabe
Esse mundo que você defende
Me ofende
Esse mundo não me cabe
Você sabe
Não cabe a África
Não cabe a fábula
Alucinação
Falar de paz não satisfaz
Minha roupa do sudão
É tudo alucinação
Falar de paz

E fica por perto
(Não sou gladiador)
Fala moderno
Pensa que é eterno
Seja lá com que dor

Quero ser sujeito
Quero ser suspeito
Não faço o papel de morto

Não, eu não morri
Quero ser sujeito
Quero ser suspeito
Não faço papel de morto

Não não

Não não não, Eu não morri
Quero ser sujeito
Quero ser suspeito
Não faço papel de morto

E fica por perto, pensa que é esperto
(Não sou gladiador)
Fala moderno, Pensa que é eterno
(Seja com que dor)

Quero ser sujeito
Quero ser suspeito
Não faço papel de morto

Sospechoso

Este mundo que tú defiendes
Me ofende
Este mundo no me cabe
Tú sabes
Este mundo que tú defiendes
Me ofende
Este mundo no me cabe
Tú sabes
No cabe África
No cabe la fábula
Alucinación
Hablar de paz no satisface
Mi ropa de Sudán
Es pura alucinación
Hablar de paz

Y se queda cerca
(No soy gladiador)
Habla moderno
Piensa que es eterno
Sea cual sea el dolor

Quiero ser sujeto
Quiero ser sospechoso
No juego el papel de muerto

No, no he muerto
Quiero ser sujeto
Quiero ser sospechoso
No juego el papel de muerto

No, no

No, no, no, no he muerto
Quiero ser sujeto
Quiero ser sospechoso
No juego el papel de muerto

Y se queda cerca, piensa que es listo
(No soy gladiador)
Habla moderno, piensa que es eterno
(Sea cual sea el dolor)

Quiero ser sujeto
Quiero ser sospechoso
No juego el papel de muerto

Escrita por: Flávio Paiva / Orlângelo Leal