A Parafina Virou Porta Copos
Ela nao deve nada
E eu sinto estar por fora
alguém anda escondendo
Os fatos da memória
Depois de tanto tempo
O amor ficou sem graça
E tudo que ela fez foi reclamar bem mais
Eu saio com os amigos
Lá vem reclamação
Se tomo umas cervejas
Lá vem horas de sermão
Mulher filha da puta
Algóz do inevitável
Só tenho é saudade de comer seu cú
Mas não é simples assim
Alguém tem que aceitar
Que o começo é o fim
eu não quero chorar
pois talvez te amei
vou beber para aceitar
Que eu já não tenho ninguém
E a parafina virou porta copo
La Parafina se Convirtió en Posavasos
Ella no le debe nada
Y siento estar por fuera
Alguien anda escondiendo
Los hechos de la memoria
Después de tanto tiempo
El amor se volvió aburrido
Y todo lo que ella hizo fue quejarse aún más
Salgo con mis amigos
Ahí viene la queja
Si tomo unas cervezas
Ahí vienen horas de sermón
Mujer hija de puta
Verdugo de lo inevitable
Solo tengo nostalgia de comerte el trasero
Pero no es tan simple
Alguien tiene que aceptar
Que el principio es el fin
No quiero llorar
Porque tal vez te amé
Voy a beber para aceptar
Que ya no tengo a nadie
Y la parafina se convirtió en posavasos
Escrita por: Douglas Jericó C. Reis