Todas As Ondas
É louco, muito louco, a essa altura a gente se encontrar
Não é de ontem, nem que fosse, como fomos, não podemos mais
Pouco, muito pouco, tantos planos, tudo certo e azul
Não, não demos conta das trilhas que nos transformaram os caminhos
Não sabemos mais do que já fomos há mais de mil e anos
É solto, tudo solto, fosse outro iria se entregar
Daqui me vou, nem como sou, um passe pá, porque voltar não dá
Não, tem muito espanto, é portanto aquilo que conduz
Logo se ficamos as tintas de sempre apagando sorrisos
Não sabemos mais do que estamos todos sozinhos
Não sabemos de nada
Não faz sentido estar em ordem
Às vezes longe no horizonte
Dizem-me como for
Até não poder mais
Todas as ondas que eu vivi
Todas as formas de pensar
Dizem-me como eu vou
Até não poder mais caminhar
É louco, tudo solto, fosse outro, iria se entregar
Daqui me vou, bem como sou, um passe pá, porque voltar não dá
Não tem muito espanto, é portanto aquilo que conduz
Logo se ficamos as tintas de sempre apagando sorrisos
Não sabemos mais do que estamos todos sozinhos
Não sabemos de nada
Não faz sentido estar em ordem
Às vezes longe no horizonte
Dizem me como for
Até não poder mais
Todas as ondas que eu vivi
Todas as formas de pensar
Dizem me como eu vou
Até não poder mais caminhar
Quase tudo que me escapa aos olhos
Às vezes nos diz mais que o normal
Aquilo que nos falta agora
Nos alimentou por dias
Nem tudo escapa agora
Nem tudo
Todas as ondas que eu vivi
Todas as formas de pensar
Dizem-me como eu vou
Até não poder mais caminhar
Todas Las Olas
Es loco, muy loco, a estas alturas encontrarnos
No es de ayer, ni aunque fuera, como fuimos, ya no podemos más
Poco, muy poco, tantos planes, todo bien y azul
No, no nos dimos cuenta de los senderos que transformaron nuestros caminos
Ya no sabemos lo que éramos hace más de mil años
Está suelto, todo suelto, si fuera otro se entregaría
De aquí me voy, no como soy, un pase pá, porque volver no va
No, hay mucho asombro, es por tanto lo que nos guía
Pronto si nos quedamos las pinturas de siempre borrando sonrisas
Ya no sabemos que estamos todos solos
No sabemos de nada
No tiene sentido estar en orden
A veces lejos en el horizonte
Díganme cómo sea
Hasta no poder más
Todas las olas que viví
Todas las formas de pensar
Díganme cómo seguiré
Hasta no poder caminar más
Es loco, todo suelto, si fuera otro, se entregaría
De aquí me voy, así como soy, un pase pá, porque volver no va
No hay mucho asombro, es por tanto lo que nos guía
Pronto si nos quedamos las pinturas de siempre borrando sonrisas
Ya no sabemos que estamos todos solos
No sabemos de nada
No tiene sentido estar en orden
A veces lejos en el horizonte
Díganme cómo sea
Hasta no poder más
Todas las olas que viví
Todas las formas de pensar
Díganme cómo seguiré
Hasta no poder caminar más
Casi todo lo que se me escapa a los ojos
A veces nos dice más que lo normal
Lo que nos falta ahora
Nos alimentó por días
No todo se escapa ahora
No todo
Todas las olas que viví
Todas las formas de pensar
Díganme cómo seguiré
Hasta no poder caminar más
Escrita por: Martin Mendonca / Fábio Cascadura / Thiago Trad / Tadeu Mascarenhas / Du Taxi / Cadinho Almeida