Tudo passa diante dos olhos
Eu sempre soube do seu falso amor
Dançarás entre os mortos
Antes do Sol brilhar
E quando a luz se acender
Da sua cova você nascer
E ao diabo contarei
O que era meu bem querer
Aqui onde estou
Eu não ouvi falar de você
Dançando a valsa dos mortos
E minha alma decadente
Desce cada vez mais fundo
E sempre procurando
Sempre buscando por ti
E não há nada de ti
Não há nada sem ti
Não há nada de ti
E não há nada de ti
Não há nada sem ti
Não há nada a dizer
É sempre nada, nada, nada, nada, nada
É tudo nada, nada, nada, nada, não
E não há nada de ti
Não há nada, nada, nada
Aqui onde estou
Não ouvi falar de você
Dançando a valsa dos mortos
Vasculhando os labirintos
E minha alma condenada
Desce cada vez mais fundo
Procurando
E sempre buscando por ti
E não há nada de ti
Não há nada sem ti
Não há nada de ti
E não há nada de ti
Não há nada sem ti
É sempre nada a dizer
É sempre nada, nada, nada, nada, nada
É tudo nada, nada, nada, nada, não
E não há nada de ti
É sempre nada, nada, nada
Aqui onde estou
Eu não ouvi falar nada de você
E é sempre nada, nada, nada, nada, nada
E não há nada de ti
Não há nada sem ti
Não há nada de ti
E não há nada de ti
Não há nada sem ti
É sempre nada a dizer
É sempre nada, nada, nada
É tudo nada, nada, nada, não
E não há nada de ti
Não há nada, nada, nada