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Nadie se mete (el Gavilán)

Dudu Nobre

Ninguém Tasca (o Gavião)

Essa Nêga é minha
Essa não
Essa Nêga é minha
Essa não

Vou dar bolacha em que mexer com a minha Nêga
Já dei colher demais, agora chega
Há dez mulheres para cada um no Rio de Janeiro
A Nêga é minha, ninguém tasca, eu vi primeiro, ôooi
A Nêga é minha, ninguém tasca eu vi primeiro

Diz!

A Nêga é minha, ninguém tasca, eu vi primeiro, ôooi
A Nêga é minha, ninguém tasca eu vi primeiro

Quando ela estava naquela
Pindaíba que fazia gosto
Não havia nenhum matusquela
Querendo olhar pro seu rosto
Hoje ela anda bonita
E vive no meu barracão

Um, dois, três
Fica assim de gavião, ôooi
No meu barraco, fica assim de gavião

Nadie se mete (el Gavilán)

Esta negra es mía
Esta no
Esta negra es mía
Esta no

Voy a darle una paliza a quien se meta con mi negra
Ya le di demasiadas oportunidades, ya es suficiente
Hay diez mujeres por cada hombre en Río de Janeiro
La negra es mía, nadie se mete, la vi primero, oooi
La negra es mía, nadie se mete, la vi primero

¡Dilo!

La negra es mía, nadie se mete, la vi primero, oooi
La negra es mía, nadie se mete, la vi primero

Cuando ella estaba en esa
Pobreza que daba gusto
No había ningún tonto
Queriendo mirar su rostro
Hoy ella está hermosa
Y vive en mi choza

Uno, dos, tres
Se queda así de gavilán, oooi
En mi choza, se queda así de gavilán

Escrita por: Joao Quadrado