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Corazón Malvado

Duduca & Dalvan

Coração Bandido

Somente agora descobri quem você é
Eu usei de boa fé fui o seu sincero amigo
O meu dinheiro foi a sua vaidade
Pra ser dona da metade se propôs casar comigo

Te aceitei sem pensar no desengano
Com apenas cinco anos nosso amor chegou ao fim
O casamento pra você foi um negócio
A espera do divórcio é que você viveu pra mim

Vai cumprir as ordens do seu coração bandido
Arranjar outro marido pra aumentar seu capital
E você comigo fez papel de empregada
Pra ser bem indenizada me levou ao tribunal

Do que me vale ser chamado de ricaço
Se não posso ter nos braços a mulher que tanto quero
A minha vida é agora um mundo escuro
Sou um homem sem futuro que voltou a estaca zero

É bem melhor ser o mais pobre deste mundo
Até mesmo um vagabundo e ser amado com ardor
Do que ser rico e comprar tudo o que quer
E não ter de uma mulher a pureza de um amor

Vou dormir agora em uma cama de solteiro
Abraçar o travesseiro e conformar com a derrota
Vou sofrer calado e fingir que não amei
Apesar que não passei de um simples idiota

Corazón Malvado

Solo ahora descubrí quién eres
Te traté de buena fe, fui tu sincero amigo
Mi dinero fue tu vanidad
Para ser dueña de la mitad, te propusiste casarte conmigo

Te acepté sin pensar en el desengaño
Con solo cinco años, nuestro amor llegó a su fin
El matrimonio para ti fue un negocio
La espera del divorcio es lo que viviste para mí

Vas a cumplir las órdenes de tu corazón malvado
Buscar otro marido para aumentar tu capital
Y tú conmigo hiciste papel de empleada
Para ser bien indemnizada, me llevaste al tribunal

¿De qué me sirve ser llamado un ricachón?
Si no puedo tener entre mis brazos a la mujer que tanto quiero
Mi vida ahora es un mundo oscuro
Soy un hombre sin futuro que volvió a la casilla de salida

Es mucho mejor ser el más pobre de este mundo
Incluso un vagabundo y ser amado con fervor
Que ser rico y comprar todo lo que quieres
Y no tener de una mujer la pureza de un amor

Voy a dormir ahora en una cama de soltero
Abrazar la almohada y conformarme con la derrota
Voy a sufrir en silencio y fingir que no amé
Aunque no fui más que un simple idiota

Escrita por: Peao Carreiro, Cláudio Balestro