395px

Crónico

Duzz

Crônico

Diferentes letras com os mesmos pensamentos
Diferentes letras com todos mesmos sentimentos
Diferentes letras com todos mesmos defeitos
Mesmos desabafos com diferentes efeitos

Eles querem me dar lição de moral, mas namoral
Nessa matéria são meros alunos repetentes
Cês ligam demais pra tudo aquilo que eu falo
Só que vocês não tem crédito
E eu não atendo ligação à cobrar

E agora essas cobra quer vir me cobrar
Sucuri quer se enrolar aqui no meu tronco
Mas sou macaco véio de lembrança boa
Cês pisaram na minha cauda quando eu não tinha 1 conto

Nem lhes conto o engraço que é ver essas mina me olhando
Baixo acima tentando entender de onde vem essas rima
De onde vem as nota no meu bolso, cordão no pescoço
Tão tentando entender como que eu saí do poço

Cês fogem dos seus medos enquanto eu faço laço a eles
Cês não entendem pois a minha situação é rara
Não entenderam nem as linha simples desse verso
Cês desligaram a tv, enquanto eu tava abraçando a samara

Não sou mais a criança de barra rasgada
Essa criança aprendeu que o mundo é podre
Não sou mais a criança de mágoa guardada
Essa criança aprendeu que tinha caneta no coldre

Essa criança aprendeu que o mundo é sujo
Mostraram pra ela em formato de brincadeira
Se assustaram quando viram ela sair da lama
Porque não perguntaram se ela tinha algum medo de sujeira

Tão batendo palmas pro sistema de ensino
Que me ensinou a ser autodidata ainda menino
Porque eles obrigam notas e eu ainda sem entender
Cês crê no dória, mas em mim vocês precisa ver pra crer?

Então pode crer, cês querem me kickar do jogo
E essa mina me fitando quer quicar pra apagar fogo
Contaram a ela que eu sacio sede
Vampira me chupa, mas hoje sou eu que fodo estilo blade
Vamo pra foda, let it rip, estilo beyblade
Esses manos falam merda, escovem os dentes com glade
Meus manos queimam verde enquanto eternizam parede
Nóiz é velho barreiro, cês são só gatorade

Falando em velho barreiro eu quero outro shot
Nem se eu escrevesse o dom quixote
Quebraria aquela velha barreira
Cês odeia porque eu fui de verdade até quando foi brincadeira

Crónico

Letras diferentes con los mismos pensamientos
Letras diferentes con los mismos sentimientos
Letras diferentes con los mismos defectos
Mismos desahogos con diferentes efectos

Quieren darme lecciones de moral, pero en serio
En esta materia son simples alumnos repetidores
Se preocupan demasiado por todo lo que digo
Pero ustedes no tienen crédito
Y yo no contesto llamadas a cobro revertido

Y ahora estas serpientes quieren venir a cobrarme
La anaconda quiere enroscarse aquí en mi tronco
Pero soy un mono viejo con buenos recuerdos
Ustedes pisaron mi cola cuando no tenía un centavo

Ni les cuento lo gracioso que es ver a esas chicas mirándome
De arriba abajo tratando de entender de dónde vienen estas rimas
De dónde vienen los billetes en mi bolsillo, la cadena en el cuello
Tratando de entender cómo salí del pozo

Ustedes huyen de sus miedos mientras yo les hago frente
No entienden porque mi situación es rara
Ni siquiera entendieron las simples líneas de este verso
Apagaron la televisión mientras yo abrazaba a Samara

Ya no soy el niño con la barra rota
Ese niño aprendió que el mundo es podrido
Ya no soy el niño con el rencor guardado
Ese niño aprendió que tenía una pluma en el coldre

Ese niño aprendió que el mundo es sucio
Se lo mostraron de forma divertida
Se asustaron cuando lo vieron salir del barro
¿Por qué no le preguntaron si tenía miedo de ensuciarse?

Están aplaudiendo al sistema educativo
Que me enseñó a ser autodidacta desde pequeño
Porque ellos imponen notas y yo sigo sin entender
¿Creen en Doria, pero en mí necesitan ver para creer?

Así que créanlo, quieren sacarme del juego
Y esa chica mirándome quiere saltar para apagar el fuego
Le dijeron que yo saciaba la sed
La vampira me chupa, pero hoy soy yo quien jode al estilo Blade
Vamos a la acción, déjalo salir, al estilo Beyblade
Estos tipos hablan mierda, cepíllense los dientes con Glade
Mis amigos fuman verde mientras eternizan paredes
Nosotros somos viejo barreiro, ustedes solo son Gatorade

Hablando de viejo barreiro, quiero otro trago
Ni aunque escribiera el Quijote
Rompería esa vieja barrera
Me odian porque fui auténtico incluso cuando era una broma

Escrita por: