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Sin parada (2all)

Duzz

Não Paro (2all)

Mas não paro!
Não
Não
Não

E eu não paro!
Não!
Pois se eu parar, quem fará por mim?

Não paro!
Não
Não
Não

E eu não paro!
Não!
Mano
Eu vou até o fim!

O dia amanheceu e eu não levantei
Pois mais um dia amanheceu e eu não me deitei, ei

Eu tô doando corpo e alma nessa porra
Mas não quero brincar nessa gangorra até que eu morra

São 7 anos escrevendo, 5 anos trabalhando
Várias milhas investidas e ainda tenho a incerteza
Futuro ainda causa medo, eu confesso sou humano
Pois estar sempre 100 requer bem mais frieza

Às vezes eu também fraquejo
Também me sinto lá em baixo
Às vezes eu também tropeço
Sinto que não me encaixo
Às vezes eu nem rezo
Contesto sua existência
Mas perdoe minhas fraquezas
Meus defeitos minha falta de paciência

Eu me sinto confuso, sem fuso
Dentro de um labirinto
Sei por onde entrei, sempre saio tão fácil
Mas na real nem eu sei o que sinto

Talvez seja insegurança ou desconfiança
Que eu tenha em excesso desse plano
É que me atormenta o medo
De não poder dar tudo que eu quero
Pras pessoas que eu mais amo, mano

Mas não paro!
Não
Não
Não

E eu não paro!
Não!
Pois se eu parar, quem fará por mim?

Não paro!
Não
Não
Não

E eu não paro!
Não!
Mano
Eu vou até o fim!

Amigos eu tinha cem
Quando escolhi isso não sobrou quase ninguém
Sei que os que sobraram é quem me faz bem
Mas perdi bem mais do que ganhei
Isso é um problema também

Isso nem é reclamação, só uma observação
Mais uma madrugada preso no meu quarto
Trocando minha vida por composição
Cada letra foda que eu escrevo mais eu me afasto

Afinal eu tô perdendo ou tô ganhando tempo?
Queria só um sinal pro meu investimento
Minha cabeça é um terremoto de 300 graus
Na escala richter
Às vezes não da pra conter o que tem aqui dentro

Às vezes quero explodir, às vezes quero escapar
Às vezes quero esquecer tudo isso aqui
Foder e sumir me drogar e chapar

Mas uma madrugada eu vou virar
O ditado já dizia eu aprendi a escutar
Que quem planta colhe, eu não vou parar
Custe o que custar eu continuo a plantar

Sin parada (2all)

¡Pero no voy a parar!
No, no, no
No, no, no
No, no, no

¡Y no voy a parar!
No, no, no, no
Porque si me detengo, ¿quién lo hará por mí?

¡No voy a parar!
No, no, no
No, no, no
No, no, no

¡Y no voy a parar!
No, no, no, no
Cuate
¡Iré hasta el final!

El día amaneció y no me levanté
Por un día más amaneció y no me acosté, hey

Estoy donando cuerpo y alma a esta maldita cosa
Pero no quiero jugar en ese balancín hasta que muera

Hace siete años escribiendo, cinco años trabajando
Varias millas invertidas y todavía tengo la incertidumbre
El futuro todavía causa miedo, confieso que soy humano
Porque ser 100 siempre requiere mucho más frío

A veces también me debilita
Yo también me siento ahí abajo
A veces también tropiezo
Me siento como si no encajaba
A veces ni siquiera rezo
Dispuesto de tu existencia
Pero perdona mis debilidades
Mis faltas mi falta de paciencia

Me siento confundido, sin husillo
Dentro de un laberinto
Sé dónde entré, siempre salgo tan fácil
Pero realmente no sé lo que siento

Tal vez sea inseguridad o desconfianza
Que tengo en exceso de este plan
Es que el miedo me atormenta
De no ser capaz de dar todo lo que quiero
Por la gente que más quiero, hermano

¡Pero no voy a parar!
No, no, no
No, no, no
No, no, no

¡Y no voy a parar!
No, no, no, no
Porque si me detengo, ¿quién lo hará por mí?

¡No voy a parar!
No, no, no
No, no, no
No, no, no

¡Y no voy a parar!
No, no, no, no
Cuate
¡Iré hasta el final!

Amigos que tenía cien
Cuando elegí esto, casi no quedaba nadie
Sé que los que quedan son buenos para mí
Pero perdí mucho más de lo que gané
Eso también es un problema

Eso ni siquiera es una queja, solo una observación
Un amanecer más atrapado en mi habitación
Trading my life for composition
Cada maldita carta que escribo más me voy

¿Estoy perdiendo o estoy ganando tiempo?
Sólo quería una señal para mi inversión
Mi cabeza es un terremoto de 300 grados
En la escala más rica
A veces no puedes contener lo que hay aquí

A veces quiero explotar, a veces quiero escapar
A veces quiero olvidarlo todo aquí
Tornillo y desaparecer ♪ ♪ Obtener alto y alto

Pero una mañana me voy a convertir
El dicho ya decía que aprendí a escuchar
Que quien siembra cosecha, no voy a parar
Cueste lo que cueste, sigo plantando

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