A Tu Olvido
De nuevo culparás a tu conciencia
Y jurarás que tienes la respuesta
Pero esta vez las marcas, te condenan
La ley es lenta pero siempre llega
Y a pesar de toda su ceguera
No creas que esta vez, perdonará
Te acuso de robarme la esperanza
De continuar fingiendo que me amabas
De haberme disparado por la espalda
Seré culpable yo de encubrimiento
Por no ponerle fin a tu veneno
Mujer ojo por ojo es el refrán
A tu olvido, más olvido
Hasta el mar llegó este río
Sentirás lo que he sentido
Cuerpo alma, fuego y frío
Golpes bajos golpes menos
Hasta aquí llegó el camino
Vivirás como he vivido
Siempre al borde del abismo
De nuevo culparás a tu conciencia
Y jurarás que tienes la respuesta
Pero esta vez las marcas te condenan
La ley es lenta pero siempre llega
Y a pesar de toda su ceguera
No creas que esta vez perdonará
Te acuso de robarme la esperanza
De continuar fingiendo que me amabas
De haberme disparado, por la espalda
Seré culpable yo de encubrimiento
Por no ponerle fin a tu veneno
Mujer, ojo por ojo es el refrán
A tu olvido, más olvido
Hasta el mar llegó este río
Sentirás lo que he sentido
Cuerpo alma, fuego y frío
Golpes bajos golpes menos
Hasta aquí llegó el camino
Vivirás como he vivido
Siempre al borde del abismo
(A tu olvido más olvido)
Así no se puede seguir
(Hasta aquí llego el camino)
Terminantemente se acabo
(A tu olvido más olvido)
Y te reiste pero a llegado tu fin
(Hasta aquí llego el camino)
Y pasarás lo que he pasado yo
(A tu olvido más olvido)
Te acuso de robarme la esperanza
(Hasta aquí llego el camino)
De dispararme por la espalda
(A tu olvido más olvido)
Ojo por ojo es el refrán
(Hasta aquí llego el camino)
Tarde o temprano la vas a pagar)
Ao Teu Esquecimento
De novo você vai culpar sua consciência
E vai jurar que tem a resposta
Mas desta vez as marcas te condenam
A justiça é lenta, mas sempre chega
E apesar de toda a sua cegueira
Não ache que desta vez, vai perdoar
Te acuso de roubar minha esperança
De continuar fingindo que me amava
De ter me atacado pelas costas
Serei culpado de encobrimento
Por não dar um fim ao seu veneno
Mulher, olho por olho é o ditado
Ao teu esquecimento, mais esquecimento
Até o mar chegou este rio
Sentirá o que eu senti
Corpo e alma, fogo e frio
Golpes baixos, golpes menores
Até aqui chegou o caminho
Viverá como eu vivi
Sempre à beira do abismo
De novo você vai culpar sua consciência
E vai jurar que tem a resposta
Mas desta vez as marcas te condenam
A justiça é lenta, mas sempre chega
E apesar de toda a sua cegueira
Não ache que desta vez vai perdoar
Te acuso de roubar minha esperança
De continuar fingindo que me amava
De ter me atacado, pelas costas
Serei culpado de encobrimento
Por não dar um fim ao seu veneno
Mulher, olho por olho é o ditado
Ao teu esquecimento, mais esquecimento
Até o mar chegou este rio
Sentirá o que eu senti
Corpo e alma, fogo e frio
Golpes baixos, golpes menores
Até aqui chegou o caminho
Viverá como eu vivi
Sempre à beira do abismo
(Ao teu esquecimento, mais esquecimento)
Assim não dá pra continuar
(Até aqui chegou o caminho)
Definitivamente acabou
(Ao teu esquecimento, mais esquecimento)
E você riu, mas chegou seu fim
(Até aqui chegou o caminho)
E passará pelo que eu passei
(Ao teu esquecimento, mais esquecimento)
Te acuso de roubar minha esperança
(Até aqui chegou o caminho)
De me atacar pelas costas
(Ao teu esquecimento, mais esquecimento)
Olho por olho é o ditado
(Até aqui chegou o caminho)
Tarde ou cedo você vai pagar)