Nem às Paredes Confesso
Não queiras gostar de mim sem que eu te peça
Nem me dês nada, que ao fim, eu não mereça
Vê se me deitas depois culpas no rosto
Eu sou sincera porque não quero dar-te um desgosto.
De quem eu gosto, nem às paredes confesso
E até aposto que não gosto de ninguém
Podes sorrir, podes mentir, podes chorar também
De quem eu gosto, nem às paredes confesso...
Quem sabe se ti esqueci ou se ti quero
Quem sabe até se é por ti, por quem espero
Se gosto ou não, afinal, isso é comigo
Mesmo que penses que me convences, nada te digo!
De quem eu gosto, nem às paredes confesso
E até aposto que não gosto de ninguém
Podes sorrir, podes mentir, podes chorar também
De quem eu gosto, nem às paredes confesso...
No confies en las paredes
No quieras gustar de mí sin que yo te lo pida
Ni me des nada, que al final, no lo merezca
A ver si me culpas después en la cara
Soy sincera porque no quiero causarte una molestia
A quien me gusta, no confieso ni a las paredes
Y apuesto a que no me gusta nadie
Puedes sonreír, puedes mentir, también puedes llorar
A quien me gusta, no confieso ni a las paredes...
Quién sabe si te olvidé o si te quiero
Quién sabe incluso si es por ti, a quien espero
Si me gusta o no, al final, eso es conmigo
Aunque creas que me convences, no te digo nada
A quien me gusta, no confieso ni a las paredes
Y apuesto a que no me gusta nadie
Puedes sonreír, puedes mentir, también puedes llorar
A quien me gusta, no confieso ni a las paredes...
Escrita por: Arthur Ribeiro / Ferrer Trindade / Maximiano De Sousa