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No Me Enseñaste A Olvidarte

Edith Veiga

Você Não Me Ensinou A Te Esquecer

Não vejo mais você faz tanto tempo,
que vontade que eu sinto
de olhar em seus olhos, ganhar seus abraços;
é verdade, eu não minto!
E nesse desespero em que me vejo
já cheguei a tal ponto
de me trocar diversas vezes por você
só pra ver se te encontro.
Você bem que podia perdoar
E só mais uma vez me aceitar.
Prometo agora vou fazer por onde nunca mais perdê-lo.

Agora, que faço eu da vida sem você?
Você não me ensinou a te esquecer;
você só me ensinou a te querer
e te querendo eu vou tentando te encontrar
vou me perdendo
buscando em outros braços seus abraços,
perdida no vazio de outros passos;
Do abismo em que você se retirou
e me atirou e me deixou aqui sozinha.
Agora, que faço eu da vida sem você?
Você não me ensinou a te esquecer;
Você só me ensinou a te querer
e te querendo eu vou tentando me encontrar.

E nesse desepero em que me vejo
já cheguei a tal ponto
de me trocar diversas vezes por você
só pra ver se te encontro.
Você bem que podia perdoar
e só mais uma vez me aceitar .
Prometo agora vou fazer por onde nunca mais perdê-lo.


Agora, que faço eu da vida sem você?
Você não me ensinou a te esquecer;
você só me ensinou a te querer
e te querendo eu vou tentando te encontrar,
vou me perdendo
buscando em outros braços seus abraços,
perdida no vazio de outros passos;
do abismo em que você se retirou
e me atirou e me deixou aqui sozinho
Agora, que faço eu da vida sem você?
Você não me ensinou a te esquecer;
Você só me ensinou a te querer
e te querendo eu vou tentando te encontrar
vou me perdendo
buscando em outros braços seus abraços
perdido no vazio de outros passos;
do abismo em que você se retirou
e me atirou e me deixou aqui sozinha
Agora, que faço eu da vida sem você?
Você não me ensinou a te esquecer;
você só me ensinou a te querer
e te querendo eu vou tentando me encontrar.

No Me Enseñaste A Olvidarte

No te veo hace tanto tiempo,
qué ganas que siento
de mirar en tus ojos, ganar tus abrazos;
es verdad, no miento!

Y en este desespero en el que me encuentro
he llegado a tal punto
de cambiarme varias veces por ti
solo para verte.

Podrías perdonar
y solo una vez más aceptarme.
Prometo que ahora haré todo lo posible para no perderte nunca más.

Ahora, ¿qué hago de la vida sin ti?
Tú no me enseñaste a olvidarte;
solo me enseñaste a quererte
y queriéndote sigo intentando encontrarte,
me voy perdiendo
buscando en otros brazos tus abrazos,
perdida en el vacío de otros pasos;
del abismo en el que te retiraste
y me arrojaste y me dejaste aquí sola.

Ahora, ¿qué hago de la vida sin ti?
Tú no me enseñaste a olvidarte;
solo me enseñaste a quererte
y queriéndote sigo intentando encontrarme.

Y en este desespero en el que me encuentro
he llegado a tal punto
de cambiarme varias veces por ti
solo para verte.

Podrías perdonar
y solo una vez más aceptarme.
Prometo que ahora haré todo lo posible para no perderte nunca más.

Ahora, ¿qué hago de la vida sin ti?
Tú no me enseñaste a olvidarte;
solo me enseñaste a quererte
y queriéndote sigo intentando encontrarte,
me voy perdiendo
buscando en otros brazos tus abrazos,
perdida en el vacío de otros pasos;
del abismo en el que te retiraste
y me arrojaste y me dejaste aquí sola.

Ahora, ¿qué hago de la vida sin ti?
Tú no me enseñaste a olvidarte;
solo me enseñaste a quererte
y queriéndote sigo intentando encontrarte,
me voy perdiendo
buscando en otros brazos tus abrazos,
perdido en el vacío de otros pasos;
del abismo en el que te retiraste
y me arrojaste y me dejaste aquí solo.

Ahora, ¿qué hago de la vida sin ti?
Tú no me enseñaste a olvidarte;
solo me enseñaste a quererte
y queriéndote sigo intentando encontrarme.

Escrita por: Fernando Mendes / Jose Wilson / Lucas