Goiânia
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
Rever a Praça do Bandeirante
O herói com espada e espingarda
Que lavou o ouro com o sangue
Dos índios que exterminou com sua gangue
Passar na Praça Cívica do monumento
Três raças e apenas uma classe
De trabalhadores buscando alento
O suor que gera alimento para outro estamento
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
Quando estou em Luziânia
Quero voltar para Goiânia
Quando telefono para a Tânia
Sinto saudade de Goiânia
Quanto estou com insônia
Fico pensando em Goiânia
Mas quando saio com a Sônia
Não converso sobre Goiânia
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
Ir até o zoológico e o Mutirama
Onde o trabalhador esquece o drama
Da exploração e da vida cotidiana
E da trama que produz tanta grana
Vamos nos perder nas avenidas
Por onde passaram tantas vidas
Anhanguera, Goiás e Araguaia
Lugar de comércio, carros e tocaia
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
O bom e o mau gosto e desgosto
De braços dados, eternos aliados
Vendo o mendigo exposto
E o rico escondendo o rosto
E ver gente bonita, arte e rock
No shopping o dinheiro dá o toque
Mas o mercado não mata a vida
Que insiste em ser vivida
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
No Serra Dourada ver Goiás e Vila
O tigre e o grito da cidade
Uma bela fuga da realidade
Ver a dor e alegria que lá desfila
Terra de batalhas e guerras
Onde o pensamento se rebela
Inspiração para uma nova era
Que o mundo tanto espera
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
Vamos Vânia
Vamos para Goiânia!
Goiânia
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
Rever la Plaza del Bandeirante
El héroe con espada y escopeta
Que lavó el oro con la sangre
De los indios que exterminó con su pandilla
Pasar por la Plaza Cívica del monumento
Tres razas y solo una clase
De trabajadores buscando consuelo
El sudor que genera alimento para otro estamento
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
Cuando estoy en Luziânia
Quiero volver a Goiânia
Cuando llamo a Tânia
Siento nostalgia de Goiânia
Cuando tengo insomnio
Pienso en Goiânia
Pero cuando salgo con Sônia
No hablo de Goiânia
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
Ir al zoológico y al Mutirama
Donde el trabajador olvida el drama
De la explotación y la vida cotidiana
Y de la trama que produce tanta plata
Perdernos en las avenidas
Por donde pasaron tantas vidas
Anhanguera, Goiás y Araguaia
Lugar de comercio, autos y emboscada
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
El buen y el mal gusto y disgusto
De la mano, eternos aliados
Viendo al mendigo expuesto
Y al rico escondiendo el rostro
Y ver gente bonita, arte y rock
En el shopping el dinero da el toque
Pero el mercado no mata la vida
Que insiste en ser vivida
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
En el Serra Dourada ver Goiás y Vila
El tigre y el grito de la ciudad
Una hermosa huida de la realidad
Ver el dolor y la alegría que desfila allí
Tierra de batallas y guerras
Donde el pensamiento se rebela
Inspiración para una nueva era
Que el mundo tanto espera
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
Vamos Vânia
¡Vamos a Goiânia!
Escrita por: Edimilson Marques / Nildo Viana