Lupicínica
Vamos acabar com essa briga, amor
Que eu estou cansado
Deite aqui ao meu lado e não fale mais
Que eu estou calado
E não balance essa chave
Vai acordar meu remorso
A tua bolsa, guarda segredos de mim
E por mais que eu mexa e remexa
É voce que não deixa ver
Quantas vezes eu mudei de conversa
Pra não falar
Tantas vezes eu dobrei a esquina pra não ver
E hoje, sinto ciumes até da tua falta
Mas não vou mais
Matar ninguém por tua causa
Mate-me, que eu já te matei
Inutilmente bêbado
Triste como um peixe afogado
Na madrugada sonolenta
De bolero em bolero
Acuerdame da qui a poco
Voce está com a vida que pediu a Deus
Lupicínica
Vamos a terminar con esta pelea, amor
Que estoy cansado
Acuéstate aquí a mi lado y no hables más
Que estoy callado
Y no agites esa llave
Vas a despertar mi remordimiento
Tu bolso guarda secretos de mí
Y por más que lo revuelva
Eres tú quien no deja ver
Cuántas veces cambié de tema
Para no hablar
Tantas veces doblé la esquina para no ver
Y hoy, siento celos hasta de tu ausencia
Pero ya no voy a
Matar a nadie por tu culpa
Mátame, que ya te maté
Inútilmente borracho
Triste como un pez ahogado
En la madrugada somnolienta
De bolero en bolero
Recuérdame dentro de poco
Tienes la vida que pediste a Dios
Escrita por: Augusto Pontes / Petrucio Maia