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Tu Turno

Eduardo Costa

Sua Vez

Um dia você vai lembrar dos meus beijos
E a saudade vai lhe fazer chorar
Quando o frio da solidão penetrar no seu corpo
Por meus abraços você vai implorar

Quando o vento penetrar em sua janela
E o meu perfume lhe tirar o sono
Você vai sentir o quanto é doído
Uma vida atirada no abandono

Chamará por mim, mas se eu lhe ouvir
Não lhe atenderei
Pois tanto tempo por você chorei
E você negou me aliviar

Chorará sozinha, não terás minhas mãos
Pra enxugar o seu pranto
Pois matou em mim todos os encantos
Agora é sua vez de sofrer e chorar

Quando o vento penetrar em sua janela
E o meu perfume lhe tirar o sono
Você vai sentir o quanto é doído
Uma vida atirada no abandono

Chamará por mim, mas se eu lhe ouvir
Não lhe atenderei
Pois tanto tempo por você chorei
E você negou me aliviar

Chorará sozinha, não terás minhas mãos
Pra enxugar o seu pranto
Pois matou em mim todos os encantos
Agora é sua vez de sofrer e chorar

Tu Turno

Un día vas a recordar mis besos
Y la nostalgia te hará llorar
Cuando el frío de la soledad penetre en tu cuerpo
Por mis abrazos vas a implorar

Cuando el viento entre por tu ventana
Y mi perfume te quite el sueño
Vas a sentir lo doloroso que es
Una vida tirada al abandono

Llamarás por mí, pero si te escucho
No te atenderé
Porque tanto tiempo por ti lloré
Y tú te negaste a aliviarme

Llorarás sola, no tendrás mis manos
Para secar tu llanto
Porque mataste en mí todos los encantos
Ahora es tu turno de sufrir y llorar

Cuando el viento entre por tu ventana
Y mi perfume te quite el sueño
Vas a sentir lo doloroso que es
Una vida tirada al abandono

Llamarás por mí, pero si te escucho
No te atenderé
Porque tanto tiempo por ti lloré
Y tú te negaste a aliviarme

Llorarás sola, no tendrás mis manos
Para secar tu llanto
Porque mataste en mí todos los encantos
Ahora es tu turno de sufrir y llorar

Escrita por: Rionegro / Paulo Henrique