Estradas
Vou nas asas do tempo
Que se perde em cada olhar.
Vou flutuando nas nuvens, que pairam no ar.
Em cada verso deixo as marcas do que senti.
São como estradas que passei;
Em suas curvas sorrisos deixei.
São como estradas que passei;
Em suas curvas sorrisos deixei.
E não vou me esquecer daquele adeus.
Deixe as águas das chuvas levarem o barquinho de papel.
Outras crianças irão lhe encontrar.
Vamos partir, terras estranhas estão por vir.
Deixe tudo para seguir o sonho que é teu.
Em cada verso deixo as marcas do que senti.
São como estradas que passei;
Em suas curvas sorrisos deixei.
São como estradas que passei;
Em suas curvas sorrisos deixei.
Caminos
Voy en las alas del tiempo
Que se pierde en cada mirada.
Voy flotando en las nubes, que se ciernen en el aire.
En cada verso dejo las huellas de lo que sentí.
Son como caminos que recorrí;
En sus curvas dejé sonrisas.
Son como caminos que recorrí;
En sus curvas dejé sonrisas.
Y no olvidaré aquel adiós.
Deja que las aguas de la lluvia se lleven el barquito de papel.
Otras niños lo encontrarán.
Vamos a partir, tierras extrañas están por venir.
Deja todo para seguir el sueño que es tuyo.
En cada verso dejo las huellas de lo que sentí.
Son como caminos que recorrí;
En sus curvas dejé sonrisas.
Son como caminos que recorrí;
En sus curvas dejé sonrisas.
Escrita por: Eduardo Dos Santos