395px

Demasiado sensible

EDUARDO KACZAN

Sensível Demais

Em meio a dúvida do inexiste afeto, escrevo
Mesmo sabendo, que tu não me lê
Eu me dispo dessa vergonha que é comum, aos homens
E me declaro, à você

Talvez não consiga imaginar
Que tudo aquilo é parte de mim
Em uma parte de mim, você vivera
E a vontade de te falar é tão grande

As palavras já não importam mais
A alma guarda o que a mente esquece
Eu devo ser, sensível demais
Pois meu coração, não te esquece
O que fazer, se ele não esquece
Não poderia, mesmo que quisesse

Levanto lavo o meu rosto e não me reconheço
Nesse espelho, o que houve em mim?
E eu entendo que é normal toda essa despedida
Eu Sei que essa partida, Vai doer

Talvez não consiga imaginar
Que tudo aquilo é parte de mim
Em uma parte de mim, você vivera
E a vontade de te falar é tão grande

As palavras já não importam mais
A alma guarda o que a mente esquece
Eu devo ser, sensível demais
Pois meu coração, não te esquece
O que fazer, se ele não esquece
Não poderia, mesmo que quisesse

Demasiado sensible

En medio de la duda de que no hay afecto, escribo
Aunque sé que no me lees
Desestibo esta vergüenza que es común a los hombres
Y me declaro a ti

Tal vez no puedas imaginarte
Que todo lo que es parte de mí
En una parte de mí, vivirás
Y el impulso de hablar con usted es tan grande

Las palabras ya no importan
El alma guarda lo que la mente olvida
Debo ser demasiado sensible
Por mi corazón, no te olvides
Qué hacer si no se olvida
No podría, aunque quisiera

Me levanto, me lavo la cara y no me reconozco
En ese espejo, ¿qué me pasó?
Y entiendo que es normal para toda esta despedida
Conozco esta broma, va a doler

Tal vez no puedas imaginarte
Que todo lo que es parte de mí
En una parte de mí, vivirás
Y el impulso de hablar con usted es tan grande

Las palabras ya no importan
El alma guarda lo que la mente olvida
Debo ser demasiado sensible
Por mi corazón, no te olvides
Qué hacer si no se olvida
No podría, aunque quisiera

Escrita por: Eduardo Kaczan / Rafael Allmark