Oi
Olha ali quem vai passar, sem saber porque faz questão de não notar,
Que eu sempre vou te olhar assim,
sem jeito, eu não sei o que fazer pra te dizer.
Que eu costumo rir do teu sorriso torto,
E acho engraçado tudo que eu sinto.
Veja bem o que escutar, porque eu gosto de lembrar daquela música sem letra,
Que toquei pra te mostrar, que mesmo assim sem jeito, eu sei o que fazer.
Eu eu costumo rir do teu sorriso torto,
E acho engraçado tudo que eu sinto.
Eu eu costumo rir do teu sorriso torto,
E acho engraçado o jeito que eu vou dizer... Oi.
Oi
Mira allí quien va a pasar, sin saber por qué se empeña en no darse cuenta,
Que siempre te voy a mirar así,
sin saber qué hacer para decirte.
Que suelo reírme de tu sonrisa torcida,
Y me resulta gracioso todo lo que siento.
Mira bien lo que escuchas, porque me gusta recordar esa música sin letra,
Que toqué para mostrarte que aún así, sin saber qué hacer, sé qué hacer.
Suelo reírme de tu sonrisa torcida,
Y me resulta gracioso todo lo que siento.
Suelo reírme de tu sonrisa torcida,
Y me resulta gracioso la forma en que voy a decir... Oi.
Escrita por: Eduardo Vincent