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Baião do Acordar

Egberto Gismonti

Um, dois, três, quatro, cinco, seis
Sete, oito, nove, dez, onze, doze, treze
Ferradura, pé de coelho, nada disso adianta
Trabalha nêgo!

Eu não sei se agora é saudade no peito batendo
Ou se coisa que a gente aprende se defendendo
Jogue nessa loteria que a sua vida resolve
Passe a perna no destino, fure a fila e seja breve
Mas não deixe de ouvir uma música amanhã ao acordar

Escrita por: Novelli