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Líneas cansadas

Ehdriq

Linhas Cansadas

Vejo linhas cansadas demais
Insegurança tirando a paz

Mas eu sou arte, montanha
Minhas formas tocam o céu
Um horizonte tão distante
Mas que as cores pintam
Pra admirar

Inclinados onde é tudo igual
Por que é difícil se amar?
Tão vidrados, mergulhados
Fora de limites pra ser assim

Medos tão vivos assustam demais
Marcas, vergonhas, pra voltar atrás
Vejo linhas cansadas demais
Insegurança tirando a paz

Mas eu sou arte, montanha
Minhas formas tocam o céu
Um horizonte tão distante
Mas que as cores pintam
Pra admirar

Mas eu sou arte, montanha
Minhas formas tocam o céu
Um horizonte tão distante
Mas que as cores pintam
Pra admirar

Lembro então que eu pareço tão pouco
Mesmo que eu não seja de fato
Menos do que eu mereço
Então pereço, e no fim paguei um preço
Escondendo quem eu sou
Desde que saí do berço

Curvas exaustas, fagulhas acesas
Sem medo de existir
Querendo se permitir
Sem ninguém pra proibir, oh
Eu quero sim
Deixar que linhas se escrevam pra mim

Medos tão vivos assustam demais
Marcas, vergonhas, pra voltar atrás
Vejo linhas cansadas demais
Insegurança tirando a paz

Mas eu sou arte, montanha
Minhas formas tocam o céu
Um horizonte tão distante
Mas que as cores pintam
Pra admirar

Líneas cansadas

Veo líneas demasiado cansadas
La inseguridad quitando la paz

Pero yo soy arte, montaña
Mis formas tocan el cielo
Un horizonte tan distante
Pero que los colores pintan
Para admirar

Inclinados donde todo es igual
¿Por qué es difícil amarse?
Tan absortos, sumergidos
Fuera de límites para ser así

Miedos tan vivos asustan demasiado
Marcas, vergüenzas, para retroceder
Veo líneas demasiado cansadas
La inseguridad quitando la paz

Pero yo soy arte, montaña
Mis formas tocan el cielo
Un horizonte tan distante
Pero que los colores pintan
Para admirar

Pero yo soy arte, montaña
Mis formas tocan el cielo
Un horizonte tan distante
Pero que los colores pintan
Para admirar

Recuerdo entonces que parezco tan poco
Aunque en realidad no lo sea
Menos de lo que merezco
Entonces perezco, y al final pagué un precio
Escondiendo quién soy
Desde que salí de la cuna

Curvas exhaustas, chispas encendidas
Sin miedo de existir
Queriendo permitirse
Sin nadie para prohibir, oh
Sí quiero
Permitir que las líneas se escriban para mí

Miedos tan vivos asustan demasiado
Marcas, vergüenzas, para retroceder
Veo líneas demasiado cansadas
La inseguridad quitando la paz

Pero yo soy arte, montaña
Mis formas tocan el cielo
Un horizonte tan distante
Pero que los colores pintan
Para admirar

Escrita por: Pedro Henrique Marinho Nascimento