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Extraterrestres

Édra Norr (Elayne Baeta)

Aliens

Eu bebo água sem sede
Eu peço uma caneta
E eu tenho três
Me mudei de cidade
E mudei de carteira
Depois de você, eu mudei de vez

Ooh, que pena
Seu olho não me vê, me faz querer apelar
E explodir tudo no seu ecossistema
Pra mexer e bagunçar
E te causar algum problema
Você enxerga aliens e novelas de antena

Tudo
Que pena, que não eu
Que não garotas e que não eu
Que não garotas e que não eu
Que não garotas e que não eu
Hum

Fiquei entre esquecer e te fazer relembrar
Ensaiei mas nunca falei

Quando me deu zoom, me neguei a acreditar
Eu acho que só me acostumei
Com o fato de que
Ooh, que pena

Seu olho não me vê, me faz querer apelar
E explodir tudo no seu ecossistema
Pra mexer e

Bagunçar e
Te causar algum problema
Você enxerga aliens e novelas de antena
Tudo
Que pena, que não eu
Que não garotas e que não eu
Que não eu
Que não garotas e que não eu
Hum

Extraterrestres

Yo bebo agua sin sed
Pido un bolígrafo
Y tengo tres
Me mudé de ciudad
Y cambié de cartera
Después de ti, cambié de verdad

Ooh, qué pena
Tu ojo no me ve, me hace querer apelar
Y explotar todo en tu ecosistema
Para mover y desordenar
Y causarte algún problema
Tú ves extraterrestres y novelas de antena

Todo
Qué pena, que no yo
Que no chicas y que no yo
Que no chicas y que no yo
Que no chicas y que no yo
Hum

Estuve entre olvidar y hacerte recordar
Ensayé pero nunca hablé

Cuando me hiciste zoom, me negué a creer
Creo que solo me acostumbré
Con el hecho de que
Ooh, qué pena

Tu ojo no me ve, me hace querer apelar
Y explotar todo en tu ecosistema
Para mover y

Desordenar y
Causarte algún problema
Tú ves extraterrestres y novelas de antena
Todo
Qué pena, que no yo
Que no chicas y que no yo
Que no yo
Que no chicas y que no yo
Hum

Escrita por: Elayne Baeta