Aliens
Eu bebo água sem sede
Eu peço uma caneta
E eu tenho três
Me mudei de cidade
E mudei de carteira
Depois de você, eu mudei de vez
Ooh, que pena
Seu olho não me vê, me faz querer apelar
E explodir tudo no seu ecossistema
Pra mexer e bagunçar
E te causar algum problema
Você enxerga aliens e novelas de antena
Tudo
Que pena, que não eu
Que não garotas e que não eu
Que não garotas e que não eu
Que não garotas e que não eu
Hum
Fiquei entre esquecer e te fazer relembrar
Ensaiei mas nunca falei
Quando me deu zoom, me neguei a acreditar
Eu acho que só me acostumei
Com o fato de que
Ooh, que pena
Seu olho não me vê, me faz querer apelar
E explodir tudo no seu ecossistema
Pra mexer e
Bagunçar e
Te causar algum problema
Você enxerga aliens e novelas de antena
Tudo
Que pena, que não eu
Que não garotas e que não eu
Que não eu
Que não garotas e que não eu
Hum
Extraterrestres
Yo bebo agua sin sed
Pido un bolígrafo
Y tengo tres
Me mudé de ciudad
Y cambié de cartera
Después de ti, cambié de verdad
Ooh, qué pena
Tu ojo no me ve, me hace querer apelar
Y explotar todo en tu ecosistema
Para mover y desordenar
Y causarte algún problema
Tú ves extraterrestres y novelas de antena
Todo
Qué pena, que no yo
Que no chicas y que no yo
Que no chicas y que no yo
Que no chicas y que no yo
Hum
Estuve entre olvidar y hacerte recordar
Ensayé pero nunca hablé
Cuando me hiciste zoom, me negué a creer
Creo que solo me acostumbré
Con el hecho de que
Ooh, qué pena
Tu ojo no me ve, me hace querer apelar
Y explotar todo en tu ecosistema
Para mover y
Desordenar y
Causarte algún problema
Tú ves extraterrestres y novelas de antena
Todo
Qué pena, que no yo
Que no chicas y que no yo
Que no yo
Que no chicas y que no yo
Hum
Escrita por: Elayne Baeta