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No hace falta explicar

Eletro

Não Precisa Explicar

A sua ofensa não me agride.
Ainda antes, já o havia perdoado.
E sua tolice não me insulta;
Apesar da sua fala amargurada,
Eu já esperava. Foi o bastante! Era o destino...
E se o acaso apenas lhe presenteasse com um último cigarro
E a força do meu vento não o deixasse dar um só trago?
Eu provaria pra nós, é tarde pra desistir...
Qual era mesmo o motivo?
Tanta coisa pra te dizer
Pouco tempo pra explicar
E se a sorte antecipasse o resultado, dando um recado,
E um vaso despencasse lá do alto, bem do seu lado?
Como um arauto, uma voz anunciando o fim...
Quem vai entender o destino?
Tanta coisa pra te dizer
Pouco tempo pra explicar
- Não precisa explicar,
Não precisa explicação.

No hace falta explicar

Tu ofensa no me hiere
Incluso antes, ya te había perdonado
Y tu tontería no me insulta
A pesar de tus palabras amargas
Ya lo esperaba. ¡Fue suficiente! Era el destino...
Y si la casualidad solo te regalara un último cigarrillo
Y la fuerza de mi viento no te permitiera dar ni una sola calada?
Lo demostraría por nosotros, es tarde para rendirse...
¿Cuál era realmente la razón?
Tantas cosas que decirte
Poco tiempo para explicar
Y si la suerte adelantara el resultado, dejando un mensaje,
Y un jarrón cayera desde lo alto, justo a tu lado?
Como un heraldo, una voz anunciando el final...
¿Quién entenderá el destino?
Tantas cosas que decirte
Poco tiempo para explicar
- No hace falta explicar,
No necesita explicación.

Escrita por: Artur Nabeth / Bruno Macedo / Manfredo Junior