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Sopa de Arroz

Eli Silva e Zé Goiano

Canja de Arroz

É tarde da noite, às vezes
Meu bem sem nem mesmo esperar
Escuta um barulho na porta
Levanta e vem perguntar

Quem é que está aí fora?
Pergunta com jeito e baixinho
Mas logo percebe e sabe
Que sou eu procurando carinho

Abre a porta, eu entro
Ela entende minha falha
E dá uma canja de arroz
E logo depois a gente se agasalha

E numa troca de palavras
Suaves junto aos ouvidos
Faz com que nosso cobertor
Tenhas ciúmes do amor
Por nós dois vividos
Faz com que nosso cobertor
Tenhas ciúmes do amor
Por nós dois vividos

Abre a porta, eu entro
Ela entende minha falha
E dá uma canja de arroz
E logo depois a gente se agasalha

E numa troca de palavras
Suaves junto aos ouvidos
Faz com que nosso cobertor
Tenhas ciúmes do amor
Por nós dois vividos
Faz com que nosso cobertor
Tenhas ciúmes do amor
Por nós dois vividos

Sopa de Arroz

Es tarde en la noche, a veces
Mi amor, sin siquiera esperar
Escucha un ruido en la puerta
Se levanta y viene a preguntar

¿Quién está afuera?
Pregunta suavemente y en voz baja
Pero pronto se da cuenta y sabe
Que soy yo buscando cariño

Abre la puerta, entro
Ella comprende mi error
Y prepara una sopa de arroz
Y luego nos abrigamos juntos

Y en un intercambio de palabras
Dulces junto a los oídos
Hace que nuestra manta
Sienta celos del amor
Vivido por ambos
Hace que nuestra manta
Sienta celos del amor
Vivido por ambos

Abre la puerta, entro
Ella comprende mi error
Y prepara una sopa de arroz
Y luego nos abrigamos juntos

Y en un intercambio de palabras
Dulces junto a los oídos
Hace que nuestra manta
Sienta celos del amor
Vivido por ambos
Hace que nuestra manta
Sienta celos del amor
Vivido por ambos

Escrita por: Carlos de Melo / João Do Reino