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Suelo de Nadie

Eliana Printes

Chão de Ninguém

Lembro que eu não queria e você perguntou
Quer dançar?
Mostrando como seria primeiro pisou no meu pé
Sentindo dor e alegria eu fui me deixando levar
Enquanto me conduzia já estava mostrando quem és
Vi com o tempo passando que sua mania é pisar
Eu fico pensando: Seu eu não queria porque fui dançar?

Lembro que eu não queria e você perguntou
Quer dançar?
Mostrando como seria primeiro pisou no meu pé
Sentindo dor e alegria eu fui me deixando levar
Enquanto me conduzia já estava mostrando quem és
Vi com o tempo passando que sua mania é pisar
Eu fico pensando: Seu eu não queria, porque fui dançar?

Deixa estar porque eu vou me vingar de ti
Vou te dar com prazer o meu violão
Te deixar para aprender como eu aprendi
É, você vai sofrer com minha lição

Eu sei que meu sofrimento é coisa pro vento levar
E quando você passar vai ficar tudo bem
Sei que também não vai ter mais porque nem pra que me vingar
Só estou me vingando pois meu coração não é chão de ninguém

Deixa estar porque eu vou me vingar de ti
Vou te dar com prazer o meu violão
Te deixar para aprender como eu aprendi
É, você vai sofrer com minha lição

Eu sei que meu sofrimento é coisa pro vento levar
E quando você passar vai ficar tudo bem
Sei que também não vai ter mais porque nem pra que me vingar
Só estou me vingando pois meu coração não é chão de ninguém
Sei que também não vai ter mais porque nem pra que me vingar
Só estou me vingando pois meu coração não é chão de ninguém

Suelo de Nadie

Recuerdo que no quería y tú preguntaste
¿Quieres bailar?
Mostrando cómo sería, primero pisaste mi pie
Sintiendo dolor y alegría, me dejé llevar
Mientras me guiabas, ya estabas mostrando quién eres
Vi con el tiempo pasar que tu manía es pisar
Me pregunto: Si no quería, ¿por qué bailé?

Deja estar porque me vengaré de ti
Te daré con placer mi guitarra
Te dejaré para que aprendas como aprendí
Sí, sufrirás con mi lección

Sé que mi sufrimiento es cosa del viento llevar
Y cuando pases, todo estará bien
Sé que tampoco habrá más razón ni motivo para vengarme
Solo me estoy vengando porque mi corazón no es suelo de nadie

Deja estar porque me vengaré de ti
Te daré con placer mi guitarra
Te dejaré para que aprendas como aprendí
Sí, sufrirás con mi lección

Sé que mi sufrimiento es cosa del viento llevar
Y cuando pases, todo estará bien
Sé que tampoco habrá más razón ni motivo para vengarme
Solo me estoy vengando porque mi corazón no es suelo de nadie
Sé que tampoco habrá más razón ni motivo para vengarme
Solo me estoy vengando porque mi corazón no es suelo de nadie

Escrita por: Walter Fernandes