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Suéltame

Elias Muniz

Solta Eu

Não consigo lembrar
Quantas vezes você abusou
Nessas idas e vindas
O quanto você me pisou

Não foi uma, nem duas, nem três
Foram tantas, que calejei
Não consigo entender
Como ainda não te odiei

Quando penso que a vida é um show
Você vem me estragar
Manda logo a bumbada na pausa
Pra atravessar

Mas eu juro, esse é o último estrago
Me basta o que já vem fez
Você atravessou o meu samba
Mas foi a última vez

Deixa eu em paz, solta eu
Já doeu demais
Te conheço, aprendi de cor
A sua trama

Por isso, peço, deixa eu em paz
Solta eu, já doeu demais
Isso não pode ser amor
E ainda diz que ama, você não me engana

Suéltame

No puedo recordar
¿Cuántas veces has abusado?
En estas idas y venidas
¿Cuánto me pisaste?

Ni uno, ni dos, ni tres
Había tantos, yo calloso
No puedo entenderlo
Cómo aún no te he odiado

Cuando pienso que la vida es un espectáculo
Vienes a mimarme
Sólo envía el timbre en el descanso
Cruzar

Pero te juro que este es el último daño
Es suficiente para mí hacer lo que has hecho
Cruzaste mi samba
Pero fue la última vez

Déjame en paz, déjame ir
Duele lo suficiente
Te conozco, aprendí de memoria
Tu parcela

Así que te lo ruego, déjame en paz
Suéltame, ya dolió bastante
Esto no puede ser amor
Y aun así dices que amas, no me engañas

Escrita por: Bruno / Elias Muniz