Cerca de Aveloz
Olhe que eu não ligo
Se você brigar comigo
Você sabe que castigo
Nunca me desentortou
Pois se eu consigo fazer
Cosca em seu umbigo
Seu abraço é meu abrigo
Sua coxa é o cobertor
Pois se eu consigo fazer
Cosca em seu umbigo
Seu abraço é meu abrigo
Sua coxa é o cobertor
Você sabe que não tem jeito
Que é herança o meu defeito
Que eu nasci namorador
E foi assim que eu lhe arrastei
Pra minha rede
Você balançou e quêde
Que saiu nem enjoou
Comeu, gostou do meu tempero
Mas me quer prisioneiro
Numa cerca de Aveloz
O que eu fui antes sou agora
Posso costurar pra fora
Mas prefiro seu retrós
O que eu fui antes sou agora
Posso costurar pra fora
Mas prefiro seu retrós
Retrós!
Cerca de Aveloz
mira no me importa
Si peleas conmigo
¿Sabes qué castigo?
Nunca me decepciones
Bueno, si puedo hacerlo
Te rasca el ombligo
Tu abrazo es mi refugio
Tu muslo es la manta
Bueno, si puedo hacerlo
Te rasca el ombligo
Tu abrazo es mi refugio
Tu muslo es la manta
Sabes que no hay manera
Que mi defecto es heredado
Que nací coqueta
Y así lo arrastré
a mi red
¿Te sacudiste y qué?
Que salió y ni siquiera se enfermó
Se lo comió, le gustó mi sazón
Pero me quieres prisionero
En una valla en Aveloz
Lo que era antes soy ahora
¿Puedo coserlo?
Pero prefiero tu retro
Lo que era antes soy ahora
¿Puedo coserlo?
Pero prefiero tu retro
¡Retros!
Escrita por: Eliezer Setton