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Vagabundo

Elipê

Andarilho

Caminhando, vou...
Deixo as mágoas com o meu passado
Vou...

As recordações e as luxúrias que um dia vibraram
As ressurreições, os fantamas que perpetuaram

Mastigando vou...
Engulo a seco a minha história
Soul...
E o olhar tão meu, o olhar cedeu ao acaso
De que é feita a vida?? De sol ou do céu tão cerrado?


As águas sem almas insistem em trazer seu mundo aqui
Me mata, me lava, sem motivos reais só te peço mais uma vez
Me deixe só...


Pretendo deixar que a vida me guie
Respirar mais ares de luz
Que importa seu pesar
Tentei explicar mas você renegou minha vida

Vagabundo

Caminando, voy...
Dejo las penas con mi pasado
Voy...

Los recuerdos y las lujurias que un día vibraron
Las resurrecciones, los fantasmas que perpetuaron

Masticando voy...
Trago en seco mi historia
Alma...
Y la mirada tan mía, la mirada cedió al azar
¿De qué está hecha la vida? ¿De sol o del cielo tan cerrado?

Las aguas sin almas insisten en traer su mundo aquí
Me matan, me lavan, sin motivos reales solo te pido una vez más
Déjame solo...

Pretendo dejar que la vida me guíe
Respirar más aires de luz
¿Qué importa tu pesar?
Intenté explicar pero tú renegaste de mi vida

Escrita por: Mateus Lopes