Não anseio a armadura de Saul
Vou sempre celebrar a vez do meu irmão
Porque a túnica que o pai vestiu em mim
Tem minha medida foi o obra de tuas mãos
Serei a ponte pra fazer alguém chegar
Vou ser coluna me esconder na construção
E se a luz da glória dele vai brilhar
Tudo é dele, até resposta de oração
Mas tudo que Deus prometeu
Ele não se esqueceu
Sei que a promessa não morreu
Pois esta ardendo em mim (ardendo em mim)
Me lembrando das promessas que me fez
Acreditou quando ninguém queria acreditar
Por de trás das malhadas vendo um rei
Me levando pro palácio, me fez adorar
Na prisão ou na cisterna onde eu chorei
Foram palcos de cenários pra eu governar
E das pedras no caminho que encontrei
Foi a arma pro gigante eu derrubar